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Avaliação do consumo alimentar e da ingesta de nutrientes de crianças e adolescentes com Síndrome de Down: estudo caso-controle

Processo: 19/11656-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2019
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2022
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Saúde Materno-infantil
Pesquisador responsável:Cátia Regina Branco da Fonseca
Beneficiário:Ingrid da Silva Santos
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Pediatria   Síndrome de Down   Crianças   Adolescentes   Consumo de alimentos   Ingestão de alimentos   Estado nutricional   Questionário de frequência alimentar

Resumo

A Síndrome de Down (SD) é explicada por uma alteração na constituição cromossômica; no período gestacional ocorre uma disfunção congênita, acarretando à presença de um cromossomo adicional no par 21 em 95% dos casos e, em 5%, a translocação no cromossomo 14 e moisacismo. Uma alimentação variada e equilibrada é essencial para o crescimento e manutenção da saúde e pode trazer resultados importantes para indivíduos com SD, visto que estes apresentam hipotonia ao nascimento que pode levar a um menor gasto energético, quando comparadas a outras crianças, tendendo a obesidade ao longo do tempo. Além disso, a deficiência de vitaminas e minerais em pessoas com SD tem sido verificada em diversos estudos. O zinco possui grande importância na saúde humana devido sua participação em diversas funções fisiológicas; a deficiência desse mineral acarreta prejuízos ao crescimento e ao desenvolvimento, além de favorecer o desenvolvimento de doenças relacionadas as alterações das funções bioquímicas, imunológicas e clinicas. Visto isso, será avaliado o estado nutricional (por meio de dados antropométricos e curvas de classificação) e a ingestão alimentar de crianças e adolescentes (por meio de recordatório 24 horas e questionário de frequência alimentar) com SD comparando-os a um grupo controle de mesma idade e sexo sem nenhuma síndrome ou doença, para entender melhor as necessidades desses indivíduos. O grupo "Caso" tem previsto um "n" de 50, os quais são atendidos nos ambulatórios de Pediatria e Puericultura Genética, e para o grupo "Controle" pareamento por sexo e idade de crianças e adolescentes atendidos em ambulatórios de Puericultura e Medicina do Adolescente. O trabalho foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) da Faculdade de Medicina da Unesp de Botucatu. Os resultados obtidos serão analisados estatisticamente e divulgados em eventos e periódicos cientifico.

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