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Desenvolvimento de scaffolds macro-porosos de quitosana-cálcio com liberação controlada de sinvastatina: avaliação do potential regenerativo em sítios inflamados

Processo: 19/00020-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de setembro de 2019
Vigência (Término): 31 de julho de 2021
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Materiais Odontológicos
Pesquisador responsável:Diana Gabriela Soares dos Passos
Beneficiário:Marjorie de Oliveira Gallinari
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB). Universidade de São Paulo (USP). Bauru , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:16/15674-5 - Associação de técnicas de engenharia tecidual para modulação da regeneração de tecidos mineralizados sob inflamação degenerativa: análise em modelos de cultura-3D em biorreator de perfusão e inflamatórios em animais, AP.JP
Assunto(s):Medicina regenerativa   Biomateriais   Engenharia tecidual   Tecidos suporte

Resumo

A regeneração de tecidos mineralizados sob estímulo inflamatório degenerativo apresenta-se como um desafio, visto que a capacidade de reparo mediado pelas células residentes pode ser negativamente influenciada na presença de elevadas concentrações de mediadores pró-inflamatórios. Neste projeto de pesquisa, objetiva-se empregar uma associação de técnicas da engenharia tecidual para o desenvolvimento de scaffolds de quitosana com uma rede macro-porosa interconectada e contendo cálcio em sua estrutura, capazes de liberar dosagens específicas de sinvastatina para modulação da inflamação e regeneração tecidual por células residentes, visando a regeneração do osso e dentina. Inicialmente serão determinadas as concentrações anti-inflamatórias e bioativas da sinvastatina sobre células pulpares (HDPC) e osteoblastos (SAOS-2) humanos, sendo a associação das concentrações terapêuticas específicas analisadas em modelo in vitro de inflamação degenerativa (Fase 1). Em seguida, será estabelecida a tecnologia para desenvolvimento de um scaffold macro-poroso de quitosana-cálcio contendo microesferas de quitosana capazes de promover uma liberação controlada das doses previamente selecionadas da sinvastatina (Fase 2), sendo o efeito bioativo do mesmo sobre as HDPCs e SAOS-2 avaliado sob estímulo inflamatório degenerativo (Fase 3). Finalmente, o biomaterial desenvolvido será aplicado em sítios específicos em animais (Rattus novergiccus), empregando-se modelos de indução de lesão inflamatória crônica em tecido ósseo e pulpar (Fase 4). Os dados obtidos serão avaliados estatisticamente.