| Processo: | 19/12973-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2023 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Psicologia - Psicologia Experimental |
| Pesquisador responsável: | Dora Selma Fix Ventura |
| Beneficiário: | Diego da Silva Lima |
| Instituição Sede: | Instituto de Psicologia (IP). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 14/26818-2 - Desenvolvimento e implantação de métodos de avaliação visual: aplicações clínicas e em modelos animais, AP.TEM |
| Assunto(s): | Psicofísica Acuidade visual Rastreamento Movimentos oculares Desenvolvimento perceptivo |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | acuidade visual | Desenvolvimento perceptivo | Olhar preferencial | Rastreamento ocular | Psicofísica |
Resumo A avaliação visual infantil em contexto clínico é usualmente feita através da técnica de olhar preferencial (PL), na qual um observador treinado registra fixações do olhar da criança a estímulos variando em alguma dimensão de interesse como contraste ou frequência espacial. Apesar da popularidade da técnica, ela apresenta algumas limitações, como a impossibilidade de tornar o observador cego à condição testada, a variabilidade entre exames realizados por diferentes observadores e a falta de controle preciso sobre parâmetros do estímulo. No presente trabalho, propomos superar essas limitações através de um novo procedimento denominado de olhar preferencial automatizado (APL), no qual a apresentação dos estímulos de teste (separados por animações para manter o engajamento da criança) e a detecção das fixações são realizadas por software, que depende apenas de componentes de hardware acessíveis, a fim de facilitar a transferência de tecnologia para a clínica oftalmológica e ortóptica. O objetivo principal da presente proposta é determinar a adequação desta metodologia para uma situação comum de avaliação clínica, que é a medida da Acuidade Visual (AV). Crianças saudáveis entre 3 e 24 meses (N=92) passarão por avaliação da AV por este procedimento e pelo procedimento clássico dos Cartões de Acuidade de Teller (TAC). A adequação do procedimento será avaliada pela compatibilidade entre as medidas dos dois métodos, e também pela reprodutibilidade do exame em duas sessões de avaliação. O presente trabalho abre a possibilidade para a validação de um novo instrumento de avaliação clínica na área de oftalmologia pediátrica, cuja aplicabilidade não se limita ao presente procedimento, mas pode ser facilmente estendida para avaliar outros aspectos da função visual (como sensibilidade ao contraste e discriminação de cor) ou da motricidade ocular (como estrabismo ou nistagmo). (AU) | |
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