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Acúmulo e localização de Mn em espécies de eucalipto crescendo sob baixa disponibilidade de P no solo

Processo: 19/10243-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de novembro de 2019
Vigência (Término): 31 de outubro de 2021
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Botânica - Fisiologia Vegetal
Pesquisador responsável:Paulo Mazzafera
Beneficiário:Vinícius Henrique de Oliveira
Instituição-sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Nutrição mineral de plantas   Fitotoxicidade   Expressão gênica   Manganês   Eucalipto   Fósforo

Resumo

O eucalipto é um grupo de espécies de grande importância econômica. Porém seu desenvolvimento pode ser limitado pela baixa disponibilidade de fósforo (P) em solos tropicais. Diferentemente, o manganês (Mn) é um micronutriente altamente disponível em tais solos, e pode causar fitotoxicidade quando em excesso. Espécies de eucalipto capazes de mobilizar P em solos através da exsudação de ácidos orgânicos na rizosfera estão passíveis de toxicidade por Mn ou podem acumular altas concentrações deste metal, sugerindo potencial remediador. Devido à falta de estudos envolvendo a interação entre P e Mn, a tolerância, acúmulo, formas e localização do Mn, em eucaliptos, propomos com este projeto esclarecer algumas destas questões em espécies com habilidades diferentes em adquirir P do solo (E. tereticornis, E. grandis e E. acmenoides). As plantas serão sob três concentrações de Mn (suficiente, alta e muito alta) e duas de P (deficiente e suficiente), com ou sem inoculação do fungo micorrízico Rhizophagus irregularis, associação intimamente envolvida na modulação da absorção de P e Mn. A localização, concentração e especiação do Mn e P em diferentes órgãos das plantas será avaliada por técnicas de alta resolução como: ICP-OES, LIBS, µ-XRF com radiação síncrotron (esta incerta por possíveis cortes orçamentários federais) e determinação da expressão genes que encodam transportadores de Mn ou P em raízes (Nramp1, Nramp3, YSL2, ZIP2 e RiPT5) por RT-qPCR. Os resultados dessas análises serão relacionados com os resultados de diversas análises fisiológicas. (AU)