| Processo: | 19/14977-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2020 |
| Área de conhecimento: | Engenharias - Engenharia Biomédica |
| Pesquisador responsável: | Guilherme Ferreira Caetano |
| Beneficiário: | Lauriene Luiza de Souza Munhoz |
| Instituição Sede: | Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa. Centro Universitário Hermínio Ometto (UNIARARAS). Araras , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Biotecnologia Ferimentos e lesões Queimaduras Cicatrização Celulose bacteriana Alginatos Hidrogéis Modelos animais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | alginato | biocelulose | cicatrização | Queimadura | Compostos naturais |
Resumo A pele é considerada o maior órgão humano, apresentando extrema importância, pois este desempenha diversas funções mecânicas e biológicas, Lesões por queimaduras são consideradas como um trauma tecidual originada por uma ação térmica, radioativas ou químicas. Devido à alta incidência de mortalidade, os indivíduos acometidos por lesão por queimaduras necessitam receber assistência imediata, uma vez que a lesão não é apenas pontual, mas também sistêmica. Por se tratar de uma situação com alta taxa de morbidade e de longo período de tratamento, necessita-se de alto custo com cuidados médicos. Diante disso, a medicina regenerativa e a biotecnologia são áreas de pesquisa que desenvolvem e estudam tratamentos alternativos de lesões teciduais, onde possibilitam o uso de materiais biodegradáveis para proteção, substituição e/ou utilização como arcabouço para o crescimento celular. Neste contexto, a celulose bacteriana (CB) tem demonstrado ser um insumo biológico promissor para o tratamento de feridas e queimaduras, destacando-se pela estrutura morfológica constituída por nanofibras organizadas em uma rede tridimensional. Além disso, a CB é extremamente hidrofílica, proporcionando ambiente úmido ao leito da lesão, qualidade importante para o tratamento de queimaduras. Pela facilidade no desenvolvimento de produtos gelificantes, o que favoreceria a cicatrização de queimaduras, o alginato de sódio pode ser incorporado à biocelulose para formar hidrogeis que se assemelham à matriz extracelular para absorver a umidade e manter um microambiente úmido apropriado, principalmente para a fase de granulação tecidual. Outro aspecto positivo do uso do alginato é sua capacidade de servir como bloqueador das terminações nervosas e de não se aderir ao leito da lesão. Desta forma, esse trabalho tem como objetivo avaliar a aplicação e o estímulo biológico do gel de biocelulose bacteriana produzido com alginato de cálcio em lesões cutâneas por queimadura em modelo animal. Este estudo visa sua aplicabilidade e assim prospectar seu uso na clínica, uma vez que géis e emulsificadores tem melhor aplicabilidade que curativos aderentes. | |
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