| Processo: | 19/05300-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2020 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2022 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Medicina Veterinária Preventiva |
| Pesquisador responsável: | Jane Megid |
| Beneficiário: | Mateus de Souza Ribeiro Mioni |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Auxílio(s) vinculado(s): | 20/14156-6 - Coxiella burnetii em abatedouros no Brasil: uma preocupação em Saúde Pública, PUB.ART |
| Assunto(s): | Doenças transmissíveis Técnicas de genotipagem Análise de sequência de DNA Coxiella burnetii Febre Q Saúde pública Reação em cadeia da polimerase em tempo real Brasil |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Coxiella burnetii | Coxielose | febre Q | Genotipagem | Saúde Pública | Whole Genome Sequence (WGS) | Enfermidades Infecciosas |
Resumo Coxiella burnetii é o agente causador da Febre Q, uma enfermidade zoonótica de distribuição mundial e que, devido às características da bactéria, pode causar surtos epidêmicos de longa duração com grande número de infectados. A situação epidemiológica da Febre Q é pouco conhecida no Brasil, contudo, casos humanos da enfermidade foram descritos nos estados da Bahia, de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. Ademais, a detecção da bactéria em animais silvestres e de produção foi também relatada e evidenciada por nosso grupo a caracterização de novos genótipos. Com o exposto, o presente trabalho tem como objetivo principal o isolamento e sequenciamento completo do genoma de estirpes de C. burnetii circulantes no Brasil que podem auxiliar no entendimento da enfermidade clínica e no desenvolvimento de vacinas e testes diagnósticos brasileiros e como objetivos secundários (1) realizar a detecção quantitativa de C. burnetii por PCR em tempo real em amostras de suabe vaginal coletados no período de pós-parto de animais oriundos de rebanhos com problemas reprodutivos; (2) consequentemente, avaliar a ocorrência de C. burnetii nas diversas regiões amostradas do Brasil (Sul, Sudeste, Centro-oeste e Norte/Nordeste); (3) identificar, através da genotipagem das amostras positivas na qPCR, os diferentes genótipos circulantes no território nacional; (4) isolar C. burnetii a partir de amostras clínicas, passo que poderá auxiliar em futuros estudos de virulência; (5) realizar o sequenciamento completo do genoma e comparar com o das diferentes estirpes de C. burnetii já publicados na literatura internacional, visando uma análise do potencial de virulência. | |
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