| Processo: | 20/04603-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2020 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Ecologia |
| Pesquisador responsável: | Paulo Guilherme Molin |
| Beneficiário: | Alexandre Bomfim Gurgel do Carmo |
| Instituição Sede: | Centro de Ciências da Natureza (CCN). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). Campus de Lagoa do Sino. Buri , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 18/18416-2 - Compreendendo florestas restauradas para o benefício das pessoas e da natureza - NewFor, AP.BTA.TEM |
| Assunto(s): | Ecologia da paisagem Áreas de conservação Dinâmica da paisagem Cobertura vegetal Amortecimento Análise espacial Análise espaço-temporal São Paulo |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | dinamica da paisagem | Métrica da Paisagem | Unidades de Conservação | zonas de amortecimento | Ecologia de Paisagem |
Resumo A continuidade e perpetuidade de diversas espécies do mundo sofrem ameaças antrópicas em seu meio natural. Um exemplo desta influência é a substituição da vegetação nativa por pastagens, agricultura e áreas urbanas. As dinâmicas de paisagem, resultantes de processos antrópicos, direcionaram a criação da primeira unidade de conservação (UC). O planejamento e estruturação de zonas de amortecimento é uma estratégia importante para atingir os objetivos de conservação das UCs, e também mitigar os problemas de isolamento. Uma Zona de Amortecimento é dita como um local, ao redor da UC, em que o uso e ocupação da terra podem sofrer influências e restrições específicas para a proteção e aumentar a conservação. Dito isso, especula-se que uma vez definida as zonas de amortecimento de determinas UCs, haja um incremento de cobertura florestal ao longo do tempo. Tendo em vista a grande quantidade de UCs no estado de São Paulo, sua dispersão geográfica e a ausência de índices para um possível ranqueamento quantitativo e qualitativo do estado de conservação das zonas de amortecimento, cria-se a necessidade de pesquisas que permitam essa avaliação. O presente trabalho tem por objetivo avaliar, de forma temporal, como as zonas de amortecimento de UCs estão evoluindo em relação a sua cobertura de vegetação nativa, aplicando-se métricas de paisagem. Geraremos um ranking das UCs, de acordo com seu grau de evolução. Para tanto, criaremos uma matriz de transição para a cobertura de vegetação nativa de 1988 a 2018, em janelas de 10 anos, de todas as zonas de amortecimento das UCs do estado de São Paulo; Ranquearemos as UCs de acordo com seu atual estado de conservação das zonas de amortecimento; e ranquearemos as UCs, ano a ano, e de acordo com as métricas propostas. Os resultados gerados poderão ser utilizados para promover políticas públicas e estratégias de ação para otimizar recursos de programas de conservação e restauração, além de servirem como informação para futuros trabalhos que buscarão entender a diferença espacial de diferentes regiões do estado de SP. | |
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