| Processo: | 19/22940-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2020 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2023 |
| Área de conhecimento: | Interdisciplinar |
| Pesquisador responsável: | Paulo Antonio de Almeida Sinisgalli |
| Beneficiário: | Bruno César Nascimento Portes |
| Instituição Sede: | Instituto de Energia e Ambiente (IEE). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 15/03804-9 - Governança Ambiental da Macrometrópole Paulista face à variabilidade climática, AP.PFPMCG.TEM |
| Assunto(s): | Serviços ambientais Prestação de serviços Metrópoles Territorialidade Zona rural Área urbana Uso do solo Recursos naturais Sustentabilidade Governança ambiental São Paulo |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Gradiente urbano rural | macrometrópole | serviços ecossistemicos | território | Serviços Ecossistêmicos |
Resumo A abordagem dos serviços ecossistêmicos tem ganhado relevância nas discussões sobre a sustentabilidade e gestão ambiental, tanto no sentido de avaliação de sua importância para o bem estar humano, quanto na inserção do tema nas políticas públicas. No caso da Macrometrópole Paulista (MMP), esta discussão coloca em evidência a necessidade de se pensar a dimensão territorial destes serviços, uma vez que o funcionamento do sistema depende do aporte de diversos recursos presentes fora dos grandes centros urbanos, onde se dão diversas transformações territoriais de ordem urbana e rural, cuja compreensão se mostra fundamental para a realização de modelagens e cenários dos serviços ecossistêmicos frente à variabilidade climática. Entretanto, as abordagens teóricas que fundamentam a extensa maioria das pesquisas que relacionam estas questões se baseiam em visões dicotômicas entre o urbano e o rural, que comprometem a construção de um amplo debate interdisciplinar. Deste modo, o presente projeto de pesquisa busca estruturar um arcabouço teórico-metodológico interdisciplinar e multidimensional de avaliação dos potenciais de prestação dos serviços ecossistêmicos a partir da abordagem territorial, que vá além das visões dicotômicas entre o rural e o urbano e contemple a complexidade do gradiente urbano-rural na Macrometrópole Paulista. Parte-se aqui da hipótese de que esta abordagem, pautada no conceito de multiterritorialidade e nas relações entre atores sociais e o meio biofísico na configuração do território, dos usos do solo e recursos naturais podem contribuir sobremaneira para o debate dos serviços ecossistêmicos na sustentabilidade e governança ambiental na MMP. | |
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