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Peptídeos bioativos de anfíbios portugueses

Processo: 19/27661-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2021
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2022
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Orgânica
Convênio/Acordo: Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT)
Pesquisador responsável:Massuo Jorge Kato
Beneficiário:Abdelaaty Hamed Abdelaaty Mona
Instituição-sede: Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:18/07999-7 - VIDA-FROG: valorização de moléculas isoladas de anfíbios portugueses, AP.R
Assunto(s):Química de produtos naturais   Anfíbios   Filogenia   Peptídeos catiônicos antimicrobianos   Imunidade inata   Leishmania   Piplartina   Piper   Biodiversidade   Portugal

Resumo

Serão investigados o potencial de moléculas que fazem parte da resposta imune inata dos anfíbios portugueses objetivando conhecer a biodiversidade portuguesa, além de abordar três grandes problemas de saúde. Serão buscados o isolamento de novos peptídeos antimicrobianos (AMPs) de duas espécies de anfíbios nativos de Portugal. As secreções de anfíbios são uma rica fonte de diversos AMPs (peptídeos antimicrobianos). As atividades dos peptídeos serão testadas contra modelo e bactérias patogênicas e biofilmes. Também serão avaliados o potencial de sinergia com antibióticos convencionais que podem reduzir efeitos colaterais, custo e aumentar a eficácia, especialmente contra cepas resistentes a antibióticos. Além disso, teremos como alvo os vetores da Leishmania cutânea, uma doença que geralmente afeta pessoas em países subdesenvolvidos. Também estudaremos o sinergismo entre os peptídeos portugueses e análogos da piplartina, uma amida isolada de espécies de Piper, que recentemente demonstrou ser eficaz contra a Leishmania. Além disso, a ação das moléculas efetivas será caracterizada com uma variedade de técnicas microscópicas e biofísicas para fornecer entendimento de seus modos de ação. Esses estudos biofísicos devem esclarecer o importante tópico da ação antimicrobiana de AMP. Além disso, compararemos as secreções de duas populações separadas de anfíbios em Portugal, uma no continente e a outra uma população que foi introduzida nas ilhas dos Açores há quase 200 anos. Dados preliminares já mostraram que uma das espécies expressa um grande número de peptídeos bioativos com novas estruturas semelhantes a AMPs altamente eficazes e a peptídeos insulinotróficos. No geral, este projeto permitirá valorizar a biodiversidade portuguesa e brasileira, identificará e caracterizará novas moléculas potencialmente úteis para a terapia humana e auxiliará no entendimento de duas questões científicas importantes, a saber, o entendimento do mecanismo de ação dos AMPs e a diversidade de espécies em a população de anfíbios. (AU)

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