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O que os pacientes com câncer avançado sabem sobre seus prognósticos e o que (e como) gostariam de saber

Processo: 20/13203-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2020
Vigência (Término): 30 de novembro de 2021
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Carlos Eduardo Paiva
Beneficiário:Ana Clara Teixeira
Instituição-sede: Hospital do Câncer de Barretos. Fundação Pio XII (FP). Barretos , SP, Brasil
Assunto(s):Comunicação   Neoplasias   Atitudes frente à morte   Cuidados paliativos   Prognóstico   Paciente oncológico   Coleta de dados   Inquéritos e questionários   Estudo observacional

Resumo

Cenários de fim de vida de pacientes oncológicos incuráveis devem ser encarados sob a ótica da ética e humanização, visando o bem-estar do paciente. Neste contexto, a boa comunicação médico-paciente é de extrema importância, pois impacta positivamente as decisões do tratamento do doente, permitindo um cuidado adequado àquela pessoa e sua realidade. Contudo, ocorrem divergências de comunicação, ocasionadas pela postura do profissional e/ou por fatores relativos ao paciente, suscitando nesta última percepção inacurada sobre seu real estado de saúde, tratamento e prognóstico, influenciando negativamente o manejo dos sintomas e suas decisões de tratamento. O objetivo do estudo é avaliar em pacientes com câncer avançado e incurável a compreensão sobre incurabilidade, objetivos do tratamento e preferências de comunicação sobre prognóstico. Trata-se de estudo observacional longitudinal. A coleta de dados será no Departamento de Oncologia Clínica do Hospital de Câncer de Barretos. Serão avaliados 124 indivíduos adultos, com tumores sólidos malignos primários na mama, ginecológico, urológico ou gastrointestinal, que serão consultados pelo médico em função da identificação de progressão ou recidiva de doença, e apresentem ECOG-PS (Eastern Cooperative Oncology Group - Performance Status) 2 a 4. Serão incluídos também os médicos que consultaram os pacientes do estudo. Por fim, médicos e pacientes responderão a questionários que objetivam avaliar percepções e opiniões quanto a comunicação de notícias difíceis.