| Processo: | 21/09662-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2021 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2023 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Geral |
| Pesquisador responsável: | Licio Augusto Velloso |
| Beneficiário: | Caio Fernando Biolcatti |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 13/07607-8 - CMPO - Centro Multidisciplinar de Pesquisa em Obesidade e Doenças Associadas, AP.CEPID |
| Assunto(s): | Medicina interna Infecções por Coronavirus SARS-CoV-2 COVID-19 Comorbidade Diabetes mellitus Insulinoterapia Prognóstico Revisão sistemática |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Covid-19 | diabetes mellitus | Insulina | prognóstico | SARS-CoV-2 | Medicina Interna |
Resumo A COVID-19 é a doença causada pelo novo coronavírus, o SARS-CoV-2. Desde dezembro de 2019, data de sua emergência, até o presente momento, a doença já se tornou pandêmica e foi responsável por mais de 4 milhões de mortes globalmente. O alvo primário deste vírus são as células do trato respiratório humano, as quais são infectadas por meio de estruturas presentes no capsídeo viral que conseguem se ligar a estruturas das células humanas como o receptor da enzima ECA2. Diante da presença do SARS-CoV-2, uma intensa resposta inflamatória é desencadeada, o que está diretamente relacionado às manifestações clínicas da doença e suas principais complicações e associações a comorbidades. As comorbidades ocupam papel de destaque nos pacientes com COVID-19, pois estão associadas às formas mais graves da doença, bem como a maior risco de desfechos desfavoráveis. O Diabetes mellitus é uma doença altamente prevalente nas populações mundial e brasileira e representa uma comorbidade associada a diversas complicações. Pacientes com diabetes que desenvolvem quadros infecciosos graves em geral são tratados com insulinoterapia intensiva. Contudo, estudos recentes apontam que a insulinoterapia pode estar associada às formas mais graves da doença e pior prognóstico nestes pacientes. Como ainda não há pleno entendimento dessa relação, o objetivo deste trabalho é investigar, por meio de uma revisão sistemática, se a insulina deve ou não ser empregada no manejo glicêmico de pacientes diabéticos com COVID-19. (AU) | |
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