| Processo: | 21/13012-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2023 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular |
| Pesquisador responsável: | Sandro Roberto Valentini |
| Beneficiário: | Anna Julia Graboschi Macedo |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil |
| Assunto(s): | SARS-CoV-2 COVID-19 Anticorpos Período de transmissibilidade Citometria de fluxo Técnicas in vitro Análise in silico |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Análises in silico | engenharia de anticorpos | fragmento variável de cadeia única | maturação de afinidade | SARS-CoV-2 | yeast surface display | Engenharia de Anticorpos |
Resumo O novo coronavírus, causador da COVID-19, é uma ameaça global à saúde humana. O vírus, chamado SARS-CoV-2, apresenta elevada taxa de transmissibilidade e mortalidade. Além disso, ainda há uma preocupação crescente em relação às novas variantes: alfa, beta, gama e delta, que apresentam uma maior taxa de contágio e mortalidade, são mais resistentes às vacinas e aos medicamentes utilizados. Ademais, características da realidade brasileira representam um agravante à pandemia, principalmente pela demora em obter uma cobertura vacinal e de testagem suficientes para frear a contaminação pelo vírus, entre outros. Dessa forma, torna-se cada vez mais urgente e imprescindível desenvolver e aplicar testes diagnósticos rápidos, de baixo custo e fácil aplicação, específicos, sensíveis às novas variantes e que apresentem elevada afinidade ao novo coronavírus. Logo, o objetivo desse projeto é determinar in vitro a maturação da afinidade do fragmento variável de cadeia única (scFv) do anticorpo CC12.1 com o domínio de ligação ao receptor (receptor binding domain, RBD) da proteína espícula do SARS-CoV-2, por meio de ferramentas in silico e técnica Yeast Suface Display (YSD). Para a determinação dos aminoácidos a serem mutados, serão realizadas diferentes análises in silico buscando avaliar a interação antígeno e anticorpo. Posteriormente, os resíduos serão mutados por reação de PCR sítio dirigida. Os plasmídeos contendo a sequência codificadora do scFv e mutantes serão transformados em Saccharomyces cerevisiae, induzidos e a interação será rastreada por avaliação da afinidade do anticorpo localizado da superfície da levedura com o antígeno por citometria de fluxo (YSD). Assim, será realizado um estudo direcionado para o aumento da afinidade do fragmento variável, conduzindo à seleção de um reagente de maior especificidade e sensibilidade ao SARS-CoV-2. | |
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