| Processo: | 22/13398-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Pesquisa |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2023 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2024 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Recursos Florestais e Engenharia Florestal - Conservação da Natureza |
| Pesquisador responsável: | Ricardo Augusto Gorne Viani |
| Beneficiário: | Ricardo Augusto Gorne Viani |
| Pesquisador Anfitrião: | John Leighton Reid |
| Instituição Sede: | Centro de Ciências Agrárias (CCA). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). Araras , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Virginia Polytechnic Institute and State University, Estados Unidos |
| Vinculado ao auxílio: | 18/18416-2 - Compreendendo florestas restauradas para o benefício das pessoas e da natureza - NewFor, AP.BTA.TEM |
| Assunto(s): | Biodiversidade Luz Mata Atlântica Restauração ecológica Restauração florestal |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Biodiversidade | Espécies tardias | luz | Mata Atlântica | Restauração ecológica | Restauração florestal |
Resumo A restauração de florestas tropicais é uma demanda global que visa reconverter áreas degradadas em florestas funcionais e biodiversas. Porém, plantios de restauração frequentemente usam poucas espécies arbóreas, majoritariamente de rápido crescimento, negligenciando as demais. Existem argumentos favoráveis para se priorizar rápido crescimento e também para se agregar diversidade à restauração florestal, porém há supostamente uma demanda conflitante, já que quanto mais diverso um plantio, mais indivíduos de crescimento lento são plantados e menor o crescimento inicial da comunidade implantada. O objetivo desta proposta é avaliar estratégias para a inserção de espécies arbóreas tardias ou de crescimento lento em plantios de restauração. Numa primeira etapa, será avaliada a estrutura da comunidade arbórea aos 2 anos, em um experimento em que todos os tratamentos têm a mesma riqueza (24 espécies), mas variações na abundância das espécies de crescimento rápido e lento. Num segundo experimento, avaliaremos a sobrevivência e o crescimento inicial de oito espécies arbóreas tardias na sucessão florestal (tolerantes à sombra), plantadas a pleno sol, concomitantemente com pioneiras, e sob o dossel de plantio de restauração com 3 anos. Numa terceira etapa, avaliaremos a percepção dos diferentes setores da cadeia da restauração florestal sobre a diversidade, a composição e a seleção de árvores para plantios, aplicando um questionário aos que atuam com a restauração da Mata Atlântica. Os resultados contribuirão para aperfeiçoarmos as ações de restauração de florestas tropicais, identificando estratégias para a inserção de árvores tardias em plantios e auxiliando na compreensão de como os setores que atuam com a prática da restauração percebem este tema. (AU) | |
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