| Processo: | 22/04946-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2023 |
| Data de Término da vigência: | 01 de março de 2025 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia Teórica |
| Pesquisador responsável: | Mathias Mistretta Pires |
| Beneficiário: | Julia Nader Acquaviva |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 23/12292-8 - Efeitos da variação espécie-específica em coevolução mutualística na estrutura das redes ecológicas locais e regionais, BE.EP.MS |
| Assunto(s): | Coevolução Dispersão Metacomunidades Mutualismo Redes ecológicas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | coevolução | dispersão | Heterogeneidade ambiental | Metacomunidades | mutualismos | Redes ecologicas | Evolução em redes ecológicas |
Resumo As interações ecológicas conectam populações de diferentes espécies em um local, ao passo que a dispersão entre localidades conecta populações ao longo da paisagem formando metacomunidades. Em metacomunidades, os processos evolutivos e a dinâmica de dispersão podem alterar os padrões de interações entre espécies ao longo do tempo. Entender como essas dinâmicas eco-evolutivas e as dinâmicas espaciais moldam as estruturas das redes de interação em metacomunidades é necessário para compreender como sistemas ecológicos respondem às mudanças ambientais. Neste projeto, pretendo utilizar um modelo de dinâmica de metacomunidades que integra evolução e coevolução mutualística para compreender os efeitos da coevolução e processos espaciais na estrutura de redes locais e regionais. Para isso, irei analisar a estrutura das redes de interações mutualísticas que emergem das dinâmicas evolutivas e coevolutivas de uma metacomunidade, sob diferentes cenários de forças de interação e capacidades de dispersão das espécies. Utilizando simulações será possível compreender em quais cenários a limitação de dispersão ou a heterogeneidade ambiental melhor explicam a estrutura das redes emergentes. Também investigará se a variação na capacidade de dispersão das espécies influencia a estrutura geral das redes locais, o papel topológico das espécies nessas redes e a estrutura da meta-rede regional. Com esses resultados, espero contribuir para a compreensão de como a coevolução pode moldar redes de interação no espaço influenciando a persistência de espécies e manutenção de função ao longo do tempo. | |
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