| Processo: | 23/07535-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2023 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2024 |
| Área de conhecimento: | Engenharias - Engenharia Elétrica - Circuitos Elétricos, Magnéticos e Eletrônicos |
| Pesquisador responsável: | Jose Pissolato Filho |
| Beneficiário: | Ricardo Augusto de Araujo |
| Instituição Sede: | Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação (FEEC). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Empresa: | Ministério da Defesa (Brasil). Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). Divisão de Engenharia Mecânica (IEM) |
| Vinculado ao auxílio: | 21/11258-5 - Centro de Pesquisa em Engenharia para a Mobilidade Aérea do Futuro (CPE-MAF), AP.PCPE |
| Assunto(s): | Compatibilidade eletromagnética Sobretensões Método transiente eletromagnético Aeronaves Veículos elétricos Sistemas híbridos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | electric aircraft | electromagnetic simulation | Electromagnetic transients | Overvoltages | Compatibilidade eletromagnética |
Resumo Atualmente, com o avanço das tecnologias e materiais, observa-se um maior crescimento das tecnologias aeronáuticas, com aumento da investigação e implantação de novas formas de geração, distribuição e utilização de energia elétrica a bordo. A Aeronave mais elétrica (MEA) reduz o peso da aeronave, os custos de manutenção e oferece maior confiabilidade e desempenho.Isso leva a um aumento do interesse em novas tecnologias elétricas, como células de combustível, geradores de frequência variável, novos tipos de sistemas de distribuição de energia e sistemas híbridos de pressurização de cabine. Neste cenário, todas as Aeronaves Elétricas precisam considerar condutores longos em alguns casos. Quando o comprimento desses condutores se torna uma fração significativa do comprimento de onda, o modelo da linha de transmissão deve ser tratado.Se a propagação de Alta Tensão (AT) estiver associada a impulsos de comutação, pode produzir faíscas. Nessas circunstâncias, o condutor de sinal e seu caminho de retorno devem ser considerados em conjunto como uma linha de transmissão. A isolação deve resistir sem danos para evitar descargas parciais e faíscas. Assim, o isolamento é uma parte importante do estudo da proteção.Além disso, ao considerar condutores como linhas de transmissão, o efeito corona pode se manifestar entre condutores e resultar em perdas de energia, interferências e distorções. Apesar das dificuldades em sua modelagem, o efeito corona é significativo em transientes eletromagnéticos e deve ser considerado nos estudos.O primeiro passo para projetar uma isolação imune a descargas parciais é evitar que sobretensões fluam pelo circuito suscetível. Isso pode ser feito isolando o circuito ou fornecendo um caminho alternativo para esses sinais transitórios. Assim, este projeto visa os seguintes resultados: desenvolver uma metodologia para garantir a confiabilidade da proteção e prever falhas associadas a impulsos transitórios; conceber procedimentos para mitigar efeitos nocivos no isolamento de cabos. (AU) | |
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