| Processo: | 24/02031-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2024 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2025 |
| Área de conhecimento: | Interdisciplinar |
| Pesquisador responsável: | Aline Barreto de Almeida Nordi |
| Beneficiário: | Adriano Rodrigues Luz |
| Instituição Sede: | Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Diversidade Educação médica Equidade Estigma social Inclusão Instituições acadêmicas Racismo Educação interprofissional |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Diversidade | Educação Médica | Equidade | Estigma social | Inclusão | Instituições Acadêmicas | Populações Minoritárias | Racismo | Vulneráveis e Desiguais em Saúde | Educação Interprofissional |
Resumo Desde a implantação das Políticas de Ações Afirmativas, em 2012, as Universidades brasileiras estão em um período de transição no perfil dos discentes e dos docentes que compõem esse contexto. Essa mudança está passando de um perfil homogêneo para um perfil mais heterogêneo, envolvendo a presença de populações (in)visibilizadas, definidas nesta pesquisa como pessoas pretas, pardas, indígenas, com deficiência, imigrantes (ou refugiados humanitários) e LGBTQIAP+. Sabe-se que, historicamente, há uma grande resistência contra essa mudança, que é um reflexo da continuidade de raízes preconceituosas, que foram ensinadas, normalizadas e transmitidas entre as gerações. Nesse sentido, esse estudo justifica-se pela necessidade de reconhecer a presença dos estudantes de populações invisibilizadas em uma escola médica, bem como suas experiências ao longo do curso. O objetivo desta pesquisa é descrever o perfil e analisar as experiências práticas vivenciadas pelos estudantes de Medicina da Universidade Federal de São Carlos. Trata-se de um estudo misto, com parte quantitativa, do tipo exploratória e descritiva, com uso de questionários; qualitativo, com uso de entrevistas narrativas. A pesquisa permitirá fazer essa descrição do perfil e análise das experiências desses estudantes, principalmente aqueles que se autodeclaram pertencentes a grupos de populações (in)visibilizadas, promovendo-se reflexões sobre sua presença e permanência na escola médica, o que pode impactar as formas de construir e avaliar estratégias de acesso e permanência de outros estudantes desses grupos, fortalecendo as políticas públicas e ampliando os direitos previstos pela Constituição Federativa do Brasil. | |
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