| Processo: | 24/23866-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2027 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Enfermagem - Enfermagem Pediátrica |
| Pesquisador responsável: | Lislaine Aparecida Fracolli |
| Beneficiário: | Helen Cristine Santana Silva |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Empresa: | Universidade de São Paulo (USP). Faculdade de Medicina (FM) |
| Vinculado ao auxílio: | 21/12901-9 - Centro Nacional de Ciência e Inovação em Saúde Mental (CISM), AP.PCPE |
| Assunto(s): | Desenvolvimento infantil Gestantes Mães adolescentes Visita domiciliar Saúde mental |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Desenvolvimento Infantil | Enfermagem Pediátrica | Gestantes | Mães adolescentes | Visita Domiciliar | Saúde Mental |
Resumo O programa Primeiros Laços consiste em visitas domiciliares voltadas para gestantes adolescentes em situações de vulnerabilidade social. Apesar de ter mostrado bons resultados na cidade de São Paulo, ajustes metodológicos são necessários para viabilizar sua aplicação em grande escala na Atenção Primária à Saúde. O objetivo deste estudo será avaliar a eficácia e a viabilidade da implementação do Primeiros Laços em Indaiatuba. Para isso, será conduzido um estudo com desenho híbrido do tipo II, que permitirá avaliar tanto a eficácia quanto a viabilidade da implementação do programa na Atenção Primária. A eficácia será investigada através de um ensaio clínico controlado, randomizado e simples-cego, enquanto a viabilidade será examinada com o auxílio do framework EPIS (Exploração, Preparação, Implementação e Sustentabilidade). Espera-se incluir cerca de 200 participantes, com idades entre 14 e 20 anos, com até 20 semanas de gestação e que serão divididas de forma aleatória entre os grupos intervenção ou controle. O grupo intervenção receberá 40 visitas domiciliares por enfermeiras capacitadas, que abordarão temas, como vínculo, apego, rede de apoio social, amamentação, métodos contraceptivos, desenvolvimento infantil, educação não violenta, entre outros. O grupo controle seguirá com o atendimento regular nas Unidades Básicas de Saúde. Espera-se que as mães e bebês do grupo intervenção apresentem melhores resultados em saúde física e mental, como maior prevalência de amamentação e melhor desenvolvimento cognitivo, menores taxas de hospitalização por infecções respiratórias e maior sensibilidade materna. Palavras-chave: visitas domiciliares, enfermagem pediátrica, gestantes, mães adolescentes, desenvolvimento infantil (AU) | |
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