| Processo: | 25/00759-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2027 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Aplicada |
| Pesquisador responsável: | Vinicius de Andrade Oliveira |
| Beneficiário: | Milena Santos Alves da Silva |
| Instituição Sede: | Centro de Ciências Naturais e Humanas (CCNH). Universidade Federal do ABC (UFABC). Santo André , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 19/14755-0 - Modulação da microbiota intestinal e do sistema imune pelas células epiteliais intestinais: da homeostase tecidual às doenças, AP.JP |
| Assunto(s): | Células enteroendócrinas Colite Doenças inflamatórias intestinais Intestinos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Células enteroendócrinas | colite | doenças inflamatórias intestinais | intestino | Organoide intestinal | Imunologia intestinal |
Resumo As doenças inflamatórias intestinais (DIIs), como a doença de Crohn (DC) e a colite ulcerativa (UC), são distúrbios crônicos caracterizados por inflamação do trato gastrointestinal, que resultam em sintomas debilitantes, como diarreia, dor abdominal e perda de peso, afetando significativamente a qualidade de vida dos pacientes. O intestino desempenha um papel crucial tanto na digestão quanto na resposta imune, atuando como uma interface complexa entre o organismo e o ambiente externo. Sua estrutura é compartimentalizada e multifacetada, abrangendo desde a microbiota, as células epiteliais intestinais (CEIs) e o muco até o sistema imunológico da mucosa, sendo a harmonia desses entes fundamental para a homeostase intestinal. As CEIs, que se originam nas criptas intestinais, são especializadas em diversas funções, como a absorção de nutrientes, a secreção de muco e a defesa contra microrganismos. Uma subpopulação de CEIs são as células enteroendócrinas (CEEs) que desempenham papel central ao secretar hormônios e peptídeos que influenciam não apenas a homeostase intestinal, mas também a comunicação entre o intestino e o sistema imune. Interessantemente, a disfunção das CEEs parece estar associada ao agravamento dessas condições, levando a respostas imunes anormais e desequilíbrios na secreção hormonal. Entretanto, os mecanismos pelos quais ocorre o agravamento ainda não foi investigado. Assim, o objetivo deste trabalho é explorar como a disfunção das CEEs contribui para a patogênese da colite ulcerativa e investigar os efeitos do aumento da quantidade dessas células no prognóstico da doença. Nesse contexto, compreender o papel das CEEs na UC é fundamental para o desenvolvimento de novas abordagens terapêuticas que visem restaurar a homeostase intestinal. Para tanto, realizaremos a cultura de organoides intestinais colônicos derivados de células-tronco, que serão induzidas a se diferenciar em CEEs utilizando um coquetel de inibidores específicos. A utilização de organoides intestinais para induzir CEEs representa uma estratégia inovadora, permitindo a investigação detalhada das interações celulares em um ambiente que simula as condições fisiológicas do intestino. Este projeto pode desvendar os mecanismos moleculares que regulam a resposta inflamatória através das CEIs, oferecendo novas possibilidades para tratamentos mais eficazes e personalizados para as DIIs. | |
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