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Avaliação da expressão de GD-2, HER2 e B7H3 em Ependimomas Pediátricos.

Processo: 24/23904-7
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Data de Início da vigência: 01 de junho de 2025
Data de Término da vigência: 31 de maio de 2026
Área de conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Silvia Aparecida Teixeira
Beneficiário:Mariana Olimpio dos Santos Remiro
Instituição Sede:Hospital do Câncer de Barretos. Barretos , SP, Brasil
Assunto(s):HER2   Imuno-histoquímica   Imunoterapia   Oncologia molecular
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:B7H3 | ependimoma pediatrico | Gd2 | Her2 | imunohistoquimica | imunoterapia | Oncologia Molecular

Resumo

Os ependimomas são o terceiro tipo de tumor cerebral mais comum em crianças, permanecendo incuráveis no momento da recorrência. Esses tumores podem surgir ao longo de todo o neuroeixo, incluindo o cérebro supratentorial, a fossa posterior e a medula espinhal. Embora afetem tanto adultos quanto crianças, os tumores na fossa posterior são mais comuns em crianças, enquanto os tumores supratentoriais e espinhais prevalecem em adultos. A variabilidade clínica é alta, com alguns pacientes apresentando um curso rapidamente fatal, enquanto outros podem ter uma progressão mais lenta, com recorrências até 20 anos após o tratamento inicial. Apesar das semelhanças histopatológicas, os ependimomas são tumores muito heterogêneos, o que dificulta o manejo terapêutico. O tratamento clínico padrão inclui a ressecção cirúrgica máxima seguida de radioterapia adjuvante, enquanto que a quimioterapia não tem apresentado benefício claro na sobrevida global dos pacientes. Uma abordagem promissora no tratamento dos tumores de alto grau de malignidade, tem sido a imunoterapia, especialmente com a utilização de células CAR-T (células T receptoras de antígenos quiméricos). Sendo assim, para identificar a expressão de marcadores que podem ser utilizados como alvos terapêuticos, este projeto propõe investigar a expressão de marcadores de superfície, como GD2, HER2 e B7H3 em diferentes subtipos de ependimomas pediátricos, utilizando técnicas de imunohistoquímica. A identificação de epítopos presentes consistentemente nos diferentes subgrupos de ependimomas poderá ajudar a direcionar novas pesquisas e a personalizar o tratamento para pacientes pediátricos que são acometidos pelos diferentes subtipos de ependimoma.

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