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Efeitos do extrato de Apuleia leiocarpa como tratamento da esquistossomose mansônica experimental - Análise in vivo e in vitro

Processo: 25/13666-4
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Data de Início da vigência: 01 de setembro de 2025
Data de Término da vigência: 31 de agosto de 2026
Área de conhecimento:Ciências Biológicas - Parasitologia - Helmintologia de Parasitos
Pesquisador responsável:Fernanda de Freitas Anibal
Beneficiário:Beatriz Viel Bortolotti
Instituição Sede: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Esquistossomose   Schistosoma mansoni
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Apuleia leiocarpa | Esquistossomose | Extrato | Praziquantel (PZQ) | Schistosoma mansoni | Terapia alternativa | Esquistossomose mansônica

Resumo

A esquistossomose é uma doença tropical negligenciada (DTN) causada por platelmintos do gênero Schistosoma, pertencentes à classe dos trematódeos. No Brasil, a espécie Schistosoma mansoni é a única presente, com transmissão associada aos moluscos do gênero Biomphalaria. A esquistossomose, apontada pelo Ministério da Saúde, ainda é um importante problema de saúde pública, devido a sua magnitude e implicações. É uma doença endêmica em áreas onde existem coleções hídricas com moluscos transmissores e está associada à pobreza, ao baixo desenvolvimento econômico e social, bem como a fatores condicionantes de caráter cultural e ambiental. Apesar da eficácia do praziquantel (PZQ), medicamento amplamente utilizado no tratamento, sua limitação frente a vermes jovens e o risco de surgimento de linhagens resistentes reforçam a necessidade de alternativas terapêuticas. Nesse contexto, o presente projeto investiga o potencial uso do extrato de Apuleia leiocarpa, planta da família Fabaceae com reconhecidas propriedades anti-inflamatórias, antipiréticas e imunomoduladoras, como possível alternativa complementar no combate à esquistossomose mansônica. A pesquisa busca contribuir para o desenvolvimento de novas abordagens farmacológicas baseadas em compostos naturais, visando ampliar as estratégias de controle da doença.

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