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Mapeamentos participativos em contextos periféricos.

Processo: 25/10163-1
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Programa Ensino Público
Data de Início da vigência: 01 de julho de 2025
Data de Término da vigência: 30 de junho de 2026
Área de conhecimento:Ciências Humanas - Geografia
Pesquisador responsável:Luiz Roberto Alves
Beneficiário:Raphael Filippe Carvalho Atallah
Instituição Sede: Instituto de Estudos Avançados (IEA). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:22/06977-5 - Estudo de implementação de inovações curriculares, estratégias pedagógicas e tecnologias emergentes para qualidade-equidade na educação básica, AP.TEM
Assunto(s):Cultura
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Alfabetização Cartográfica | cartografia social | cultura | Inserção crítica | Pratica curricular | Raciocínio Geográfico | Cartografia escolar.

Resumo

A proposta em debate tem como fundamento a abordagem do mapeamento participativo. Acreditamos ser esta, sob a perspectiva da Cartografia Social, uma ferramenta de expressão social e espacial de grupos excluídos. A educação em si é um espaço de disputa de narrativas e o currículo, documento que regula os conteúdos ensinados, é onde essa disputa se constitui de forma mais contundente. Os mapas oficiais representam o interesse e expressam as relações sociais da classe dominante, sua construção autônoma por parte de grupos excluídos é uma ferramenta de imposição territorial e expressão social desses. Certamente, frente às imposições hegemônicas que lhes são estranhas.A Escola Municipal 8 de maio, situada em uma região periférica, onde convive uma população de caráter da classe trabalhadora e que sofre com a segregação socioespacial da cidade, isto é, com falta de acesso a recursos básicos de existência e baixa qualidade de vida é o espaço que se constituirá a prática pedagógica do projeto. Sendo assim predominam sujeitos que podem ser caracterizados como parte dos grupos excluídos. Com isso, pretende-se realizar um projeto que respeite a autonomia do educando quanto ao seu processo de ensino aprendizagem e o raciocino geográfico no desenvolvimento da cartografia social, tal qual sua metodologia que permite essa inserção crítica em sua realidade. É necessário que condicionemos a abordagem para o seu objeto, isto é, seu interesse de representação. Alinhar essa abordagem com a alfabetização cartográfica e, ao mesmo tempo, não condicionar a reprodução de classes da abordagem curricular é o cerne de nossos objetivos.

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