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Impacto da associação de fontes de boro de distinta solubilidade na sua mobilidade no perfil do solo arenoso, produtividade e qualidade das fibras de algodão

Processo: 25/17254-2
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Data de Início da vigência: 01 de novembro de 2025
Data de Término da vigência: 31 de outubro de 2026
Área de conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Ciência do Solo
Pesquisador responsável:Fábio Rafael Echer
Beneficiário:Henri Pedro Moreira Melo
Instituição Sede: Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação. Universidade do Oeste Paulista (UNOESTE). Presidente Prudente , SP, Brasil
Assunto(s):Diagnose foliar   Lixiviação
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:comprimento da fibra | Diagnose foliar | lixiviação | número de capulhos | peso médio do capulho | Nutrição e adubação

Resumo

O boro (B) é o um dos principais micronutrientes requerido pelo algodoeiro, atuando na germinação do grão de pólen e no crescimento do tubo polínico, e, portanto, na retenção de frutos. Além disso, a deficiência de B resulta em má formação dos vasos do xilema e floema, prejudicando o transporte de carboidratos às flores e frutos do algodoeiro. Solos arenosos possuem baixos teores de matéria orgânica, principal fonte de B às plantas, e a adubação com B pode suprir essa demanda. O boro possui alta mobilidade no solo e dependendo da solubilidade do fertilizante aplicado, pode haver fitotoxidez pelo excesso de B absorvido pela planta. Por outro lado, o uso de fontes pouco solúveis pode comprometer a liberação do nutriente, sobretudo quando aplicado em superfície devido à baixa umidade superficial dos solos arenosos e a superfície de contato com o solo. O objetivo será avaliar a eficiência da associação de fontes de boro na produtividade e qualidade da fibra do algodoeiro em solo arenoso. O delineamento experimental utilizado será em blocos ao acaso com cinco repetições. Os tratamentos serão compostos pela associação de duas fontes de boro, uma com baixa solubilidade (Ulexita - BS) e uma com alta solubilidade (Granubor - AS): T1- Controle (sem boro); T2 - 0% AS + 100% BS; T3- 25% AS + 75% BS; T4- 50% AS + 50% BS; T5- 75% AS + 25% BS; T6- 100% AS + 0% BS. A dose de B será de 2,0 kg ha-1 em todos os tratamentos, e a adubação ocorrerá na semeadura do algodoeiro, em superfície e em área total. Para avaliar os teores iniciais de B no solo será realizado uma coleta nas profundidades de 0-20; 20-40; 40-60; 60-80 e 80-100 cm. Aos 70 DAE será realizado a coleta do solo nas camadas de 0-20 e 20-40 cm, e por fim, após colheita será realizado a coleta de solo nas camadas de 0-20, 20-40, 40-60, 60-80 e 80-100 de profundidade para verificar a mobilidade do B no solo. A altura, número de nós e índice de área foliar (IAF) serão avaliados aos 30; 60; 90 e 120 DAE. No início do florescimento (F1) será realizado fotos térmicas no algodoeiro. No pleno florescimento serão coletadas 20 flores e 10 folhas de cada parcela para avaliar o teor de B, e nesse mesmo período será realizado a coleta de raiz para determinar o comprimento radicular do algodoeiro. Os componentes de produção e produtividade (número de capulhos e peso médio de capulhos) serão determinados na colheita. Uma sub-amostra de 10 capulhos será utilizada para determinar o número de sementes por capulho. As características tecnológicas da fibra como resistência, comprimento, micronaire, índice de fibras curtas e maturidade da fibra serão determinadas pelo método HVI. O estudo estatístico compreenderá á análise de variância e as médias dos tratamentos experimentais serão comparadas pelo teste de Tukey ao nível mínimo de 5% de probabilidade. (AU)

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