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Efeito de agentes espessantes na eficácia antierosiva de dentifrício contendo polímero e flúor

Processo: 25/14110-0
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Data de Início da vigência: 01 de novembro de 2025
Data de Término da vigência: 31 de outubro de 2026
Área de conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Clínica Odontológica
Pesquisador responsável:Alessandra Buhler Borges
Beneficiário:Lara Sant'Anna Lula Maciel
Instituição Sede: Instituto de Ciência e Tecnologia (ICT). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José dos Campos. São José dos Campos , SP, Brasil
Assunto(s):Dentifrícios   Esmalte dentário   Espessantes   Fluoreto de sódio   Polímeros   Dentística
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:dentifrícios | Desgaste dental erosivo | Esmalte dentário | Espessantes | Fluoreto de sódio | Polímeros | Dentística

Resumo

A incorporação do polímero aminometacrilato em formulações de produtos fluoretados como enxaguatórios bucais e dentifrícios tem mostrado resultados promissores para prevenção e controle da progressão do desgaste dental erosivo (DDE). Porém, considerando a complexa formulação de um dentifrício, é possível que exista a interação entre os compostos e eventual redução na biodisponibilidade dos agentes ativos. Portanto, o objetivo desse estudo será avaliar o efeito de agentes espessantes na eficácia antierosiva de dentifrício experimental contendo o copolímero aminometacrilato e fluoreto de sódio. Para isso, serão confeccionados espécimes em esmalte bovino (N = 72), os quais serão estratificados com base nos valores de microdureza em seis grupos, de acordo com o agente espessante utilizado: goma xantana (GX); carboximetilcelulose (CMC); hidroxietilcelulose (HEC); sílica (S); polivinilpirrolidona (PVP) e dentifrício placebo - sem agente espessante (controle negativo - CN). Os dentifrícios experimentais conterão aminometacrilato (4%) e fluoreto de sódio (1450 ppm F-), como agentes ativos. A concentração dos agentes espessantes será determinada pela padronização da viscosidade dos dentifrícios, a qual será analisada em viscosímetro (cP). Os espécimes serão submetidos à ciclagem erosiva e abrasiva, que consistirá em imersão em ácido cítrico 0,3% (4x/dia, 1 min) e escovação com dentifrício (2x/dia, 2 min), intercalados por imersão em saliva humana (1 h). A ciclagem será repetida durante cinco dias. A erosão inicial do esmalte será avaliada por microdureza superficial Knoop (KN), em três tempos: KNinicial (seleção dos espécimes); KNE1 (após 1ª exposição ao ácido); KNE2 (após o tratamento seguido da 2ª exposição ao ácido). Os valores obtidos serão utilizados para calcular o potencial de proteção (%Prot) do esmalte frente à erosão inicial. O desgaste erosivo será avaliado por perfilometria de contato, comparando-se os perfis obtidos no momento inicial e após o término da ciclagem para cálculo da perda de superfície (µm). Espécimes representativos de cada grupo (n = 3) serão avaliados em microscopia eletrônica de varredura e espectroscopia por dispersão de energia, como testes qualitativos para comparação entre as superfícies de tratamento. Os dados obtidos serão analisados quanto à normalidade (Shapiro-Wilk) e homoscedasticidade (Brow-Forshythe), caso apresentem distribuição normal e homocedastica será aplicado teste ANOVA a um fator e teste de Tukey (5%).

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