| Processo: | 25/10023-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2027 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Biologia Geral |
| Pesquisador responsável: | Hernandes Faustino de Carvalho |
| Beneficiário: | Júlia Constantino Aun |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Androgênios Ciclo celular Desenvolvimento Proliferação Próstata Biologia celular e molecular |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | andrógenos | ciclo celular | desenvolvimento | proliferação | Próstata | Biologia Molecular e Celular |
Resumo A próstata começa a se desenvolver ainda durante o período pré-natal, a partir do seio urogenital (UGS). Após o nascimento, em decorrência de um aumento nos níveis séricos de testosterona, o desenvolvimento é bastante acelerado e acompanha, normalmente, o crescimento corporal. No entanto, um estudo mostrou que entre a 4ª e a 6ª semanas há uma estagnação do crescimento glandular. Como a dinâmica hormonal é fundamental para o crescimento e manutenção da próstata, além de estar diretamente relacionada ao controle da proliferação celular, é fundamental entender como a glândula responde a oscilações hormonais durante o seu desenvolvimento. Assim, o objetivo deste trabalho é avaliar o padrão de expressão de elementos regulatórios chaves do ciclo celular, como a p53, a b-Myb e o E2F (componentes do complexo DREAM de repressão gênica), frente à oscilação e manipulação androgênica. Para isso, serão utilizados 40 ratos machos com 2 semanas de idade. Esses animais serão eutanasiados com 3, 5 e 12 semanas de vida. Além desses, será feito um grupo experimental cujos animais serão tratados na 4ª semana para para estimular a proliferação celular na quinta semana, quando normalmente o índice mitótico é o mais baixo. Após a eutanásia, a próstata ventral será coletada e destinada para as seguintes análises: imuno-histoquímica, PCR, Western blot e transcriptoma de células únicas (scRNAseq). Como resultados esperados, buscamos confirmar a hipótese de que durante o período que compreende a 4ª e a 6ª semanas, a próstata permanece em um estado quiescente, com alta expressão de b-Myb, E2F e de p53. Por outro lado, também esperamos que o tratamento com testosterona reverta este cenário fazendo com que a próstata saia do estado quiescente e retome o seu crescimento, alterando a expressão de b-Myb e E2F e de p53. | |
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