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Organelas celulares como alvos farmacológicos de complexos de paládio-oxima: superando a resistência de tumores ósseos a cisplatina, doxorrubicina e metotrexato pela redução do fornecimento de ATP para bombas de efluxo

Processo: 25/20203-0
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Data de Início da vigência: 01 de outubro de 2025
Data de Término da vigência: 30 de setembro de 2026
Área de conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Geral
Pesquisador responsável:Claudia Bincoletto Trindade
Beneficiário:Leia Costanzi Strauss
Instituição Sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:24/18491-5 - Organelas celulares como alvos farmacológicos de complexos de paládio-oxima: superando a resistência de tumores ósseos a cisplatina, doxorrubicina e metotrexato pela redução do fornecimento de ATP para bombas de efluxo., AP.R
Assunto(s):Osteossarcoma
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:complexos de paládio-oxima | morte celular e citotoxicidade | osteossarcoma | P-glicoproteína | Farmacologia celular

Resumo

Este projeto tem como objetivo avaliar a eficácia de complexos de paládio-oxima no direcionamento seletivo de organelas celulares, como lisossomos e mitocôndrias, com o intuito de superar a resistência a medicamentos em tumores ósseos, especialmente osteossarcomas, que apresentam baixa resposta a quimioterápicos tradicionais como cisplatina, doxorrubicina e metotrexato. A estratégia proposta baseia-se na capacidade desses complexos de interagir com organelas-chave envolvidas na produção de ATP, reduzindo sua disponibilidade e, consequentemente, enfraquecendo o funcionamento das bombas de efluxo, como a P-gp1, responsáveis por expulsar os fármacos das células tumorais. Ao dificultar esse mecanismo de resistência, espera-se aumentar a retenção dos medicamentos nas células cancerígenas, potencializando sua ação terapêutica. O projeto também investigará o papel de micro-RNAs e os processos de autofagia e mitofagia, intimamente ligados ao funcionamento de lisossomos e mitocôndrias, em células tumorais resistentes à quimioterapia. Com base na sólida experiência do grupo em estudos com complexos ciclopaladados, cujos dados preliminares demonstram afinidade consistente por essas organelas e resultados promissores em termos de atividade antitumoral, serão realizados ensaios in vitro para avaliar apoptose, ferroptose, proliferação celular e capacidade clonogênica, além de testes de toxicidade in vivo utilizando o modelo C. elegans, por ser uma alternativa ética e de fácil manipulação nas fases iniciais. O projeto também se destaca pelo seu potencial formativo, oferecendo oportunidades de orientação para estudantes de iniciação científica e pós-graduação, e pela perspectiva de inovação, com a possibilidade de patenteamento de novas moléculas que poderão contribuir significativamente para o desenvolvimento de terapias avançadas no tratamento de tumores ósseos resistentes.

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