| Processo: | 24/16368-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2027 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Oceanografia - Oceanografia Biológica |
| Pesquisador responsável: | Miguel Mies |
| Beneficiário: | Giovanna Nascimento D'Aquino Destri |
| Instituição Sede: | Instituto Oceanográfico (IO). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Aquecimento Branqueamento Calcificação Coberturas Mortalidade |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Ambientes recifais | aquecimento | Branqueamento | calcificacao | Cobertura | mortalidade | Oceanografia Biológica |
Resumo Os recifes de corais são formações biogênicas marinhas construídas principalmente por organismos calcificantes que estão enfrentando as consequeências das mudanças climáticas. Estas são induzidas pelo aumento do carbono atmosférico, causando aquecimento e acidificação dos oceanos e, consequentemente, levando ao branqueamento dos corais e à erosão dos recifes em escala global. No entanto, os recifes brasileiros exibem características oceanográficas únicas que podem afetar sua resiliência aos Eventos de Branqueamento em Massa Global (GMBEs). Contudo, o estresse térmico histórico nos recifes do Atlântico Sul permanece desconhecido. Neste estudo, vamos recuperar anomalias térmicas passadas dos principais recifes do Atlântico Sul e investigar se os episódios de estresse térmico estão se tornando mais intensos, duradouros e frequentes. Com um iminente GMBE proveniente do ENSO 23-24, documentar as respostas dos recifes é crucial. Portanto, o monitoramento contínuo dos recifes brasileiros medirá o branqueamento e a mortalidade em resposta às anomalias térmicas, abordando a falta de registros abrangentes de branqueamento. Além disso, métodos padronizados são essenciais para a comparação de dados e conclusões científicas; no entanto, as abordagens múltiplas dificultam a obtenção de resultados confiáveis da incidência de branqueamento. Este estudo proporá um protocolo unificado para avaliações em campo (in situ) para permitir dados de branqueamento replicáveis e comparáveis. Ademais, nos sistemas de recifes do Brasil, o status atual da aragonita, mineral crucial para o crescimento dos corais, é desconhecido, tornando incerta a capacidade de nossos recifes enfrentarem níveis de pH mais baixos em decorrência da acidificação dos oceanos. Dito isso, este trabalho medirá o nível de saturação de aragonita e verificará se os recifes brasileiros estão em condições de crescimento ou erosão. Como um todo, este trabalho fornecerá um panorama temporal amplo de como os ambientes recifais brasileiros foram afetados pelas mudanças climáticas no passado, observar de forma padronizada como estão reagindo a eventos atuais e qual a perspectiva estrutural para sua permanência no futuro do planeta. | |
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