| Processo: | 25/20189-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2026 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica |
| Pesquisador responsável: | Deborah Schechtman |
| Beneficiário: | Allan Pradelli Roldão |
| Instituição Sede: | Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 19/06982-6 - Caracterização e desenvolvimento de novos moduladores das vias da TrkA e PKMzeta na dor inflamatória e crônica, AP.TEM |
| Assunto(s): | Descoberta de drogas Interação proteína-proteína |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | descoberta de fármacos | interação proteina proteina | Descoberta de fármacos baseada em fragmentos covalentes |
Resumo Dados prévios do laboratório demonstram que a interação proteína-proteína (PPI) entre os domínios SH2 da fosfolipase PLCg e a cauda C-terminal do receptor tirosina quinase TrkA (incluindo a tirosina fosforilada, Y791 é um importante alvo na modulação da nocicepção em camundongos. Essa interação foi demonstrada in vitro por meio de ensaios biofísicos, utilizando peptídeos sintéticos fosforilados, miméticos da região de interação da TrkA, com domínios SH2 recombinantes de PLCg. A partir do estabelecimento dessas PPIs como alvos na modulação da sinalização via NGF/TrkA/PLCg, iniciamos triagens de compostos que possam levar à identificação de líderes peptideomiméticos, com melhores condições farmacológicas em comparação aos peptídeos. Como desejamos obter moléculas que desempenhem o mesmo papel dos peptídeos utilizados (competir pelo sítio de interação da PLCg com a TrkA), estabelecemos como alvo a ser triado os domínios SH2 da fosfolipase. Levando-se em conta a dificuldade de se utilizar pequenas moléculas e fragmentos não covalentes em superfícies envolvidas em PPIs, identificamos resíduos de cisteína presentes no sítio canônico de interação dos SH2 com fosfo-peptídeos, de forma exclusiva na PLCg. Hipotetizamos que, ao utilizarmos fragmentos com ogivas eletrofílicas (que têm como alvo resíduos de cisteína), conseguimos maximizar a eficiência de detecção de fragmentos que apresentem ao menos uma branda afinidade pelo sítio a ser explorado. Rastreamentos de fragmentos ou pequenas moléculas não covalentes falharam em gerar hits, dada a baixa probabilidade de detecção em função da reduzida permanência desses compostos nas regiões de interação, por sua vez causada pela falta de cavidades que forneçam uma boa energia de ligação. No caso de fragmentos com porções capazes de formar ligações covalentes, essa modificação irreversível permite sua detecção. O método utilizado para esse rastreio foi a análise por cromatografia líquida acoplada à espectrometria de massas, em que uma biblioteca de 960 fragmentos contendo grupos cloroacetamida e acrilamida foi incubada com os domínios SH2 recombinantes de PLCg. Após a identificação dos fragmentos que se ligaram aos domínios SH2 da PLCg, pretendemos dar continuidade ao projeto por meio da validação da capacidade desses fragmentos de modular a interação entre os peptídeos e a PLCg. Paralelamente, realizaremos estudos cristalográficos com o objetivo de guiar o crescimento racional desses fragmentos, utilizando como base a estrutura local do sítio de ligação e a composição química dos compostos identificados. Essa abordagem visa ampliar a superfície de interação e gerar moléculas com afinidades aprimoradas. | |
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