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Infância, câncer e resiliência: estudos qualitativos acerca dos fatores de risco e de proteção no contexto de internações

Processo: 25/12842-3
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Doutorado Direto
Data de Início da vigência: 01 de janeiro de 2026
Data de Término da vigência: 31 de dezembro de 2028
Área de conhecimento:Ciências Humanas - Psicologia
Pesquisador responsável:Alex Sandro Gomes Pessoa
Beneficiário:Viviana Lanfranchi Santos
Instituição Sede: Centro de Educação e Ciências Humanas (CECH). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Neoplasias   Crianças   Resiliência
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:câncer | Crescimento Psicológico Pós-Traumático | crianças | fatores de risco e de proteção | resiliência | Sobreviventes do câncer | Psicologia da Saúde; Psico-oncologia

Resumo

O processo do adoecimento por câncer é permeado por diversos indicadores de risco para a vida de uma criança, incluindo os impactos na dimensão psicossocial. Quando as internações se tornam necessárias, o ambiente hospitalar pode agregar práticas que se constituem como protetivas, mas, também, podem intensificar os efeitos adversos relacionados ao adoecimento. No pós-tratamento, os sobreviventes ainda lidam com as consequências do adoecer na infância, seja pela presença dos efeitos tardios, seja por vivenciar mudanças positivas em suas vidas devido ao tratamento. Assim, o objetivo deste projeto de pesquisa é compreender os fatores relevantes para a expressão de processos de resiliência em pacientes e sobreviventes diagnosticados com câncer infantil e com histórico de internações oncológicas. Para tanto, a pesquisa se organizará em três estudos complementares. O Estudo 1 será uma revisão sistemática da literatura sobre os processos de resiliência em crianças com câncer, enquanto os Estudos 2 e 3 serão de natureza qualitativa, em período transversal e por meio de estudos de casos múltiplos. O trabalho de campo contará com quatro a seis crianças que estão em tratamento (Estudo 2) e com quatro a seis adultos que tiveram câncer infantil (sobreviventes) e histórico de internações (Estudo 3). O recrutamento das crianças será feito pelo banco de dados de um hospital. Já o recrutamento dos adultos se dará pela divulgação da pesquisa em redes sociais e pelo banco de dados do hospital. Na coleta com as crianças serão empregados: sessões lúdicas, entrevista semiestruturada com mediação de fantoches, produção de desenhos direcionados e entrevista reflexiva com mediação de fantoches. Já a coleta com os adultos contará com a utilização de entrevista semiestruturada e entrevista reflexiva. A análise dos dados dos três estudos será feita por intermédio da Análise Temática. Espera-se que os resultados obtidos contribuam para a ampliação do conhecimento da área em que essa pesquisa se insere, bem como auxilie no desenvolvimento de práticas de atenção psicossocial que visem a melhoria da qualidade de vida de crianças diagnosticadas com câncer, tanto no momento do tratamento, quanto no pós-tratamento. (AU)

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