Busca avançada
Ano de início
Entree

Caracterização molecular e variabilidade genética da glicoproteína de adesão (G) do vírus sincicial respiratório (VSR), detectada em pacientes pediátricos com febre reumática aguda (FRA), durante o estudo.

Processo: 26/01010-0
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Data de Início da vigência: 01 de março de 2026
Data de Término da vigência: 28 de fevereiro de 2027
Área de conhecimento:Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada
Pesquisador responsável:Edison Luiz Durigon
Beneficiário:Giovanna Couto Salgado Cunha
Instituição Sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:23/07746-0 - Drug discovery contra doenças infecciosas virais humanas, AP.TEM
Assunto(s):Pandemias   Infecções por vírus respiratório sincicial   Vírus sinciciais respiratórios   Virologia
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Doenças Emergentes | Drugs against Virus | Molecular diagnosis | pandemias | Virus Respiratório Sincicial | vírus respiratórios | Virologia

Resumo

O VSR é considerado a principal causa de hospitalização de crianças menores de dois anos em todo o mundo e é responsável por 70% dos casos de bronquiolite em crianças¹. Este vírus possui dois tipos descritos (A e B), cada um com seus subtipos². Seu mapa genético apresenta 11 proteínas, sendo os imunógenos mais importantes G e F, responsáveis ¿¿pela adesão e fusão, respectivamente. Ambas as proteínas são altamente suscetíveis à neutralização por anticorpos, resultando em numerosas mutações em resposta à pressão imunológica do hospedeiro³. Nos últimos 10 anos, 11 variantes do VSR_BI (BA-1/11) e cinco novas variantes do VSR tipo A subtipo GA2 (NA1/4 e ON1) foram descritas na literatura. A variante mais recentemente descrita, ON1, foi encontrada em amostras de 2011 no Canadá e é um VSRVA com a inserção de 72 nt na porção terminal da glicoproteína de adesão, proveniente do genótipo já descrito em 1995, denominado GA24. A glicoproteína G é uma proteína de especial interesse por apresentar a maior variabilidade entre os isolados virais e por suportar grandes deleções ou múltiplas substituições de aminoácidos sem perda de função. Essa variabilidade entre as cepas do VSRH é uma característica marcante que pode alterar a patogenicidade e a adequação do vírus, contribuindo para a capacidade de causar infecções e surtos recorrentes. Diante das constantes alterações genéticas desse vírus e da perspectiva de uma vacina para o tratamento dessa infecção, tornou-se necessário monitorar em tempo real as cepas circulantes na população, prevendo-se a possibilidade de antecipar mudanças na sazonalidade e nos genótipos circulantes, auxiliando no monitoramento dessas assinaturas genéticas. (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa:
Mais itensMenos itens
Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ):
Mais itensMenos itens
VEICULO: TITULO (DATA)
VEICULO: TITULO (DATA)