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Percepção-Ação e Realidade Virtual: implicações epistemológicas no estudo da autonomia humana

Processo: 25/26643-2
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Mestrado
Data de Início da vigência: 01 de maio de 2026
Situação:Interrompido
Área de conhecimento:Ciências Humanas - Filosofia - Epistemologia
Pesquisador responsável:Maria Eunice Quilici Gonzalez
Beneficiário:Gabriel Fefin Machado
Instituição Sede: Faculdade de Filosofia e Ciências (FFC). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Marília. Marília , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):26/17925-7 - Realidade Virtual, Auto- Organização e Sistemas Complexos: um estudo interdisciplinar na perspectiva da Psicologia Ecológica, BE.EP.MS
Assunto(s):Autonomia   Auto-organização   Realidade virtual   Simulação   Tecnologias digitais
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:autonomia | Auto-Organização | Percepção-ação | Realidade Virtual | Simulação | tecnologias digitais | Filosofia da Informação, Filosofia da Tecnologia

Resumo

No presente projeto de pesquisa buscamos investigar a relação entre percepção e ação em ambientes virtuais. Ênfase será dada à hipótese da psicologia ecológica sobre a relação entre percepção-ação, elaboradas por James Gibson (2015) e as reflexões de Michael Heim (1993, 1998) e David Chalmers (2017, 2022) sobre realidade virtual. Analisaremos inicialmente o desenvolvimento de tecnologias digitais, vinculado à autonomia humana, considerando o plano da percepção-ação gibsoniana. Segundo Gibson, percepção e ação são indissociáveis e ocorrem na relação direta do organismo com o ambiente, cuja análise deve levar em conta um mundo dinâmico e significativamente vívido. Investigaremos, através de um plano de análise da percepção-ação, o seguinte problema: Quais as implicações epistemológicas para a percepção-ação decorrentes de simulações de objetos reais provenientes de ambientes virtuais? Argumentamos que a teoria dos sistemas complexos, proposta por Mitchell e Newman (2002) e Holland (2014), pode auxiliar a compreensão desse problema em vários planos de análise. Nossa hipótese central é que tecnologias de realidade virtual que simulam objetos em nichos ecológicos, dificultam a percepção-ação humana no que diz respeito à distinção entre o real e o simulado. (AU)

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