| Processo: | 18/22405-6 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas - PIPE |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2020 |
| Área do conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Ciência da Computação |
| Pesquisador responsável: | Roberto Celestino Pereira |
| Beneficiário: | Roberto Celestino Pereira |
| Empresa: | NTT Data Brasil Consultoria em TI & Soluções Ltda |
| CNAE: |
Desenvolvimento de programas de computador sob encomenda
Desenvolvimento e licenciamento de programas de computador customizáveis Suporte técnico, manutenção e outros serviços em tecnologia da informação |
| Pesquisadores associados: | Carlos Humberto Porto Filho ; Rodrigo Fontes Maia |
| Auxílio(s) vinculado(s): | 20/11995-7 - Protótipo de um meio sensorial capaz de prover uma experiência imersiva e monitorada com base em internet das coisas e realidade aumentada, AP.PIPE |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 19/25392-5 - Desenvolvimento de um meio sensorial capaz de imergir o cliente de uma agência bancária em um ambiente digitalizado, com base nos princípios de computação ubíqua, Internet das Coisas e interfaces tangíveis do usuário, BP.TT |
| Assunto(s): | Computação ubíqua Aprendizado computacional Interface usuário-computador Realidade aumentada |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Arquitetura Phygital | Automação de Ambientes | Computação Ubíqua | IoT e Big Data | machine learning | Realidade Aumentada | Interação Humano-Computador |
Resumo
Atualmente, as tecnologias alcançam altos patamares de interação, principalmente no que se refere ao uso de aplicações móveis e internet, submergindo os usuários cada vez mais na realidade da internet das coisas (IoT). Além disso, os computadores passam a fazer parte do ambiente de convivência dos seres humanos, evoluindo para modelos cada vez menores e mais interligados nas atividades do cotidiano, tornando realidade o conceito de computação ubíqua (Weiser, 1999) . Concomitante a isso, surgem as interfaces tangíveis do usuário ou TUIs termo usado para conceituar periféricos de entrada e/ou saída que possuem significado próprio associado ao que representa, e fazem com que as interações com sistemas computacionais se tornem mais realistas. Neste mesmo cenário surge o termo phygital, conceito que visa uma mudança para melhorar as arquiteturas subjacentes, como mobile, e permitirá simultaneamente aumentar a percepção de valor dos produtos ou serviços de uma empresa por meio da complementação de atividades da realidade concreta com funcionalidades obtidas com o uso da tecnologia digital, possibilitando novas experiências de consumo (ARORA e GADIA, 2017) . Por outro lado, integrar dispositivos capazes de capturar informação de usuários, é possibilitar tirar proveito de dados, e de acordo com Peral, (2018) os volumes de dados crescerão exponencialmente, e será necessário a criação de ferramentas para a análise destes dados, que serão cada vez mais autônomos, conectando essa tendência com outras, como Inteligência Artificial e Machine Learning. Neste panorama insere-se o exemplo do setor financeiro, como as fintechs (startups de finanças) e bancos puramente digitais como o Nubank e Next, que oferecem operações totalmente digitais. E, de outro lado, as agências físicas dos bancos tradicionais que aperfeiçoaram seus canais web e mobile, porém por questões contratuais e regulatórias, não conseguem acompanhar a evolução das operações dos bancos digitais e para tanto corrobora o phygital. Esta rápida evolução digital fez com que surgisse um gap entre as experiências oferecidas atualmente pelos bancos e o que poderiam oferecer. Os bancos digitais emergentes notaram este gap e estão explorando o mesmo. Já, os bancos tradicionais existentes podem esperar pelo impacto ou utilizarem-se do phygital para aproveitar a oportunidade (ARORA e GADIA, 2017)3. Ademais, como afirmou Azevedo (2016) a tendência a médio e longo prazo é que os bancos usem big data, para oferecer serviços e produtos personalizados. E o grande desafio, é como utilizar-se destas tecnologias emergentes (IoT, Machine Learning, big data, entre outras) para tornar o setor financeiro, mais especificamente o dos bancos tradicionais phygital, integrando diferentes protocolos de comunicação e uma quantidade massiva de dados.Neste sentido, o objetivo deste projeto de pesquisa é avaliar a viabilidade técnica de elaborar e desenvolver um sistema phygital aplicados a bancos tradicionais, utilizando ferramentas de tecnologia que ainda apresentam muitos desafios, como plataformas de IoT, assistentes virtuais e realidade aumentada. Para tanto será necessário definir o melhor ambiente físico possível para execução de aplicações phygital, bem como os sensores e atuadores mais adequados para dar suporte a essas aplicações. De forma concomitante, desenvolver uma arquitetura que promova a integração desses sensores, além de softwares intermediários e banco de dados, realizando a integração a partir de conceitos tecnológicos modernos.A partir da finalização deste projeto, e da obtenção deste sistema phygital, espera-se obter como resultados a experiência phygital de clientes, ou seja, uma vez que entrem em contato com o ambiente imersivo, que os clientes percebam que estão interagindo com um ambiente digital através de ações realizadas no ambiente real onde estão presentes. (AU)
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