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Determinação do valor prognóstico do polimorfismo ccr2-64i em carcinoma epidermóide de cabeça e pescoço

Processo: 06/56134-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2006
Vigência (Término): 30 de novembro de 2008
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Miriam Hatsue Honda Federico
Beneficiário:Camila Godoi Faria
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Quimiocinas

Resumo

Acredita -se que quimiocinas e seus receptores, entre eles CCR2, influenciem o processo de formação de metástases. Uma variante polimórfica de CCR2, o CCR2-64I, foi descrita como tendo papel na carcinogênese em vários modelos. Trata-se um polimorfismo de um único nucleotídeo (SNP), que troca o nucleotídeo G por A, na posição 190 que muda o códon 64 de Valina (V) por Isoleucina (I). Hipotetiza-se que essa condição leve a um menor recrutamento de macrófagos durante a carcinogênese, bloqueando a angiogênese tumoral que é essencial no desenvolvimento da neoplasia. Dessa forma, o polimorfismo CCR2-64I teria um papel protetor na progressão desses cânceres. A favor dessa hipótese, recentes trabalhos indicaram uma associação entre o alelo CCR264I e o grupo controle, o contrário ocorrendo com o grupo câncer de mama (J Med Genet 2004, 41:e59). Dados semelhantes foram descritos em relação ao carcinoma invasivo de colo uterino (Gyn oncol 2004, 96:760) mostrando que o mesmo pode ocorrer em tumores epidermóide de cabeça e pescoço. Aqui, pretendo estudar a frequência do polimorfismo CCR2-64I em carcinomas epidermóides de cabeça e pescoço (HNSCC) através da técnica de PCR-RFLPe correlacionar a presença do polimorfismo com dados clínico-patológicos, sobrevida global e sobrevida livre de doença. Este projeto é complementar ao projeto FAPESP de n° 2005/041345. (AU)