| Processo: | 10/07662-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2012 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Genética Humana e Médica |
| Pesquisador responsável: | Mayana Zatz |
| Beneficiário: | Amanda Faria Assoni |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 98/14254-2 - Centro de Estudos do Genoma Humano, AP.CEPID |
| Assunto(s): | Distrofia muscular Células-tronco Células-tronco mesenquimais Terapia baseada em transplante de células e tecidos Substância P |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Células-tronco | Distrofia Muscular | Substância P | Terapia | Terapia celular |
Resumo As distrofias musculares progressivas (DMP) constituem um grupo de doenças genéticas caracterizadas por uma degeneração progressiva e irreversível da musculatura esquelética com variabilidade clínica nos músculos acometidos e na velocidade de progressão. Dentre as possíveis terapias propostas para as DMPs está a terapia celular que visa à reparação do músculo através da substituição das células não funcionais por células normais. Células-tronco são células capazes de se auto-renovar e de, em resposta à um certo estímulo, dar origem a células diferenciadas. As células-tronco mesenquimais (CTM) são consideradas multipotentes. Diversas fontes de CTM foram descritas, entre elas a medula óssea, o tecido do cordão umbilical, o tecido adiposo e a polpa de dente. Por possuírem características como alta taxa de proliferação e capacidade de diferenciação, são interessantes para um potencial tratamento para DMPs. Visto que, em nenhuma das abordagens terapêuticas para DMPs, propostas até o momento, foi obtido sucesso completo (restauração completa da proteína e do fenótipo), o aperfeiçoamento das técnicas empregadas nestes estudos será de grande importância. Diferentes tipos de fatores solúveis, liberados por células presentes em sítios de lesão podem atrair e estimular células-tronco. Recentemente foi verificado que a substância p (SP) atua como quimiotático para CTM em um modelo animal com lesão no tecido ocular. Ela constitui um neurotransmissor que se associa com receptores Neuroquinina-1, produzindo diferentes respostas, como vasodilatação das arteríolas, extravasamento de proteínas do plasma em vênulas pós-capilares, e adesão de leucócitos em células endoteliais de vênulas. Este trabalho tem como objetivo avaliar a expressão da substância p no músculo distrófico e seu potencial como quimiotático de CTM de diferentes origens. | |
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