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Correlação da COX-2 e p53 com a graduação histopatológica dos mastocitomas cutâneos caninos

Processo: 06/02520-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de outubro de 2006
Vigência (Término): 30 de setembro de 2007
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Patologia Animal
Pesquisador responsável:Renee Laufer Amorim
Beneficiário:Kelly Sanches Matilde
Instituição-sede: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Anatomia patológica veterinária   Neoplasias em animal   Mastocitoma animal   Cães   Genes p53

Resumo

O mastocitoma cutâneo canino é uma neoplasia observada na clínica de animais de companhia de grande importância devido a sua alta freqüência, comportamento clínico agressivo e dificuldade de excisão cirúrgica com margens seguras. No Hospital Veterinário da FMVZ – UNESP, Campus de Botucatu - SP, nos últimos três anos foram diagnosticados pelo exame citológico 93 casos desta neoplasia cutânea (2003: 3,93%, 26/660; 2004: 4,25%, 44/1035; 2005/novembro: 3,06%, 23/750). Sendo assim, há necessidade de estudos para que haja novas abordagens de diagnóstico, prognóstico e condutas terapêuticas. A fim de criar subsídios para a indicação do tratamento quimioterápico com antiinflamatórios não esteroidais serão correlacionados a imunomarcação de p53 e COX-2 nos mastocitomas com a graduação histopatológica. O estudo retrospectivo será feito baseado nos livros de registro do Serviço de Patologia Veterinária da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia - UNESP, Botucatu, para a seleção dos casos com diagnóstico de mastocitoma cutâneo canino, totalizando-se 10 casos para cada grau de diferenciação histopatológica (grau I,II e III). Os casos serão selecionados após confirmação do diagnóstico de mastocitoma, sendo somente utilizados os casos com exérese cirúrgica como único meio de tratamento, evitando-se a influência do uso de drogas antiinflamatórias.