| Processo: | 05/60418-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2006 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2006 |
| Área de conhecimento: | Linguística, Letras e Artes - Letras - Literatura Brasileira |
| Pesquisador responsável: | Maria Lídia Lichtscheidl Maretti |
| Beneficiário: | Carla Cristine Francisco |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências e Letras (FCL-ASSIS). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Assis. Assis , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Polifonia Análise do discurso Século XIX |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Analise Do Discurso | Inocencia | Mulher Na Literatura | Polifonia | Seculo Xix | Visconde De Taunay |
Resumo Considerando o conceito bakhtiniano de polifonia, pretendemos nos deter detalhadamente sobre o seu alcance numa análise discursiva da obra-prima do Visconde de Taunay. Inocência, de 1872. Tendo em vista que o romance apresenta uma multiplicidade de vozes que discutem a posição da mulher na sociedade, tais como a voz patriarcal de Pereira, a voz interessada de Cirino na libertação de Inocência, a própria voz de Inocência, querendo um espaço de atuação menos restrito, e a voz de Meyer, que fornece a visão de outra cultura sobre a questão, acreditamos que o estudo pode iluminar as pesquisas sobre a história da condição da mulher no Brasil. Todas estas vozes se relacionam de certa forma - mais ou menos tensa - com a do narrador. Então, a teoria bakhtiniana pode nos convir à medida que percebemos a ocorrência de tais momentos polifônicos neste romance, criando uma tensão ideológica que se manifesta discursivamente. (AU) | |
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