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Papel do plimorfismo do gene da eca e do alto teor de glicose sobre a proliferacao de celulas mesangiais

Processo: 08/54939-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2009
Vigência (Término): 31 de março de 2011
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Dulce Elena Casarini
Beneficiário:Tatiana de Sousa da Cunha Uchiyama
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Diabetes mellitus   Hiperglicemia   Nefropatias

Resumo

Nos últimos anos, grande esforço tem sido direcionado não só ao entendimento do genoma humano, mas também à investigação de genes candidatos que possam influenciar o desenvolvimento ou progressão de desordens humanas freqüentes e complexas, como o câncer, a hipertensão arterial e o diabetes mellitus. Sabe-se que a nefropatia diabética acomete 30-50% dos pacientes diabéticos tipo I, e aproximadamente 10-40% dos diabéticos tipo II que manifestam a doença há mais de 10-20 anos. Esta complicação é uma das principais causas de doença renal terminal, aumentando em pelo menos três vezes o risco para o desenvolvimento de doença cardiovascular nestes pacientes. Estudos populacionais em famílias já demonstraram associação entre nefropatia diabética e o polimorfismo de inserção deleção (I/D) no íntron 16 do gene da enzima conversora de angiotensina (ECA), resultando em diferenças nas concentrações plasmática e tecidual de ECA (I/I, 76%; I/D, 100%; D/D, 126% em média). Além disto, resultados preliminares de nosso grupo de pesquisa mostraram que células mesangiais de camundongos geneticamente modificados que expressam 2 cópias do gene da ECA, mantidas em ambiente rico em glicose, apresentam aumento da proliferação da matriz mesangial, fenômeno não observado em ambiente com pequenas concentrações de glicose. Desta forma, o objetivo deste estudo será avaliar o efeito do polimorfismo do gene da ECA e do ambiente rico em glicose sobre a proliferação de células mesangiais, bem como sobre a expressão, atividade e balanço entre os componentes do sistema renina angiotensina, contribuindo para o entendimento dos mecanismos envolvidos no processo de esclerose glomerular e otimização do tratamento destes pacientes. (AU)

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