| Processo: | 10/11478-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Pesquisa |
| Data de Início da vigência: | 27 de dezembro de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 14 de março de 2011 |
| Área de conhecimento: | Linguística, Letras e Artes - Artes - Cinema |
| Pesquisador responsável: | Fernão Vitor Pessoa de Almeida Ramos |
| Beneficiário: | Fernão Vitor Pessoa de Almeida Ramos |
| Pesquisador Anfitrião: | Michel Marie |
| Instituição Sede: | Instituto de Artes (IA). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Université Sorbonne Nouvelle - Paris 3, França |
| Assunto(s): | Documentário Documentário cinematográfico Encenação Bibliografias |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Cinema Direto | Cinema Verdade | documentário clássico | encena-ação | encena-afecção | encenação construída | história do documentário | mise-en-scene | Documentário |
Resumo A solicitação de auxílio tem como justificativa permitir o acesso à bibliografia e filmografia em Cinema Documentário. A proposta envolve levantamento de dados e redação de texto sobre o tema. O objetivo é concluir a última parte de uma trilogia em Cinema Documentário, na forma de um livro. O eixo do desenvolvimento será o conceito "encenação", através do qual tentaremos sustentar uma migração para o campo do documentário. Para pensarmos a cena documentária ampliaremos semanticamente a noção de "cena", para fazê-lo caber em estruturas que nem sempre aparecem como próximas do conceito de "mise-en-scène". Devemos reconhecer que a exuberância estilística da "mise-en-scène" do cinema de ficção, constitui-se de modo distinto no campo documentário. Ao pensarmos a encenação documentária, em seu núcleo criativo, nos deparamos com a movimentação do corpo na cena, devedor da natureza da imagem mediada pela câmera, na tomada. A encenação documentária traz em seu centro a noção de tomada. Quando a encenação na tomada for explorada estilisticamente em sua radical indeterminação, ligando-se umbilicalmente ao transcorrer presente, em sua tensão de futuro ambíguo, a chamaremos de "encenação direta", ou "encena-ação/afecção". Quando for refratária a indeterminação do tempo presente, trabalhando com a encenação em estúdios, decupada em planos prévios por roteiro, a chamaremos de "encenação-construída". Os dois tipos de mise-en-scène documentária, a 1)"encenação-direta" e a 2)"encenação-construída", constituem as formas privilegiadas da estilística narrativa documentária. (AU) | |
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