| Processo: | 97/05249-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 1998 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2001 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - História - Teoria e Filosofia da História |
| Pesquisador responsável: | Celia Maria Marinho de Azevedo |
| Beneficiário: | Jose Antonio Vasconcelos |
| Instituição Sede: | Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Historiografia Pós-estruturalismo Pós-modernismo Intertextualidade |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Contextualismo | Historiografia | Intertextualidade | Metahistoria | Pos-Estruturalismo | Pos-Modernismo |
Resumo Em meu projeto de pesquisa, proponho-me a delinear um quadro da conjuntura intelectual norte-americana do final da década de 1980 a nossos dias, buscando assim explicar o confronto entre o pós-modernismo e seus adversários no campo da historiografia. Mais do que uma corrente teórica bem articulada, o pós-modernismo constitui na verdade um conjunto difuso de posicionamentos, cuja característica comum consiste na recusa dos grandes modelos explicativos. No caso específico da historiografia, os autores pós-modernistas revelam uma acentuada tendência a questionar a objetividade na escrita da história. Minha pesquisa tem como ponto de partida uma polêmica desenvolvida nas páginas da American Historical Review, envolvendo autores como David Harlan, David Hollinger, Joyce Appleby, Allan Megill, Russell Jacoby e Dominick LaCapra. O principal ponto de discórdia nesta discussão diz respeito à possibilidade - ou, impossibilidade - de recuperar as intenções primárias dos autores de textos antigos a partir de um estudo do contexto em que tais autores viveram. Se optarmos pela negativa, dizem-nos os teóricos do pós-modernismo, isto significaria um maior grau de autonomia para o historiador com relação à utilização de suas fontes. Ao descartar a necessidade do contexto como referência obrigatória na reconstrução do passado, argumentam os pós-modernistas, os historiadores estariam se abrindo a novos modos de representação dentro de seu campo de estudo. Trata-se de um debate extremamente rico, no qual nomes importantes na historiografia são referências fundamentais, como Hayden White, Peter Novick, Walter Michaels, Sande Cohen, Roger Chartier, Patrick Joyce, Martin Jay, entre inúmeros outros. As questões levantadas por estes autores ultrapassam as fronteiras da história enquanto disciplina e estabelecem um profícuo diálogo com a semiótica, a crítica literária e a filosofia da linguagem. Busco, pois, em minha pesquisa, reatualizar a problemática da relação entre teoria e metodologia no campo da historiografia, partindo dos pressupostos destes teóricos de orientação pós-modernista. (AU) | |
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