| Processo: | 03/02709-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2003 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2005 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Antropologia - Antropologia das Populações Afro-brasileiras |
| Pesquisador responsável: | Bela Feldman-Bianco |
| Beneficiário: | Cristina Machado Maher |
| Instituição Sede: | Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Ações afirmativas (política) Movimentos sociais Relações raciais Relações de gênero Mulheres Afro-descendentes São Paulo Salvador (BA) |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Acoes Afirmativas | Classes | Genero | Identidades | Movimentos Sociais | Raca |
Resumo O objetivo da pesquisa é contrapor os discursos e as práticas referentes a ações afirmativas, entendida como medidas que visam reverter quadros de discriminação de raça e de gênero, de grupos de mulheres negras de São Paulo (a partir do Geledés e da Fala Preta) e de Salvador (a partir do Ceafro), de modo a tentar compreender de que forma suas lideranças constroem e defendem identidades a partir de um diálogo entre raça, gênero e classe. Para tanto, serão foco de análise: os diferentes contextos sócio-econômicos e políticos nos quais esses grupos estão inseridos e as narrativas associadas a esses contextos; a forma como essas mulheres olham e procuram transformar os sistemas de classificação racial, assim como o imaginário, tido como hegemônico, de nação brasileira e os esforços para resgatar supostas "tradições africanas". A análise deverá ser estendida de forma a abarcar, além disso, o modo como tais grupos reagem às iniciativas governamentais voltadas para a criação de ações afirmativas e às críticas feitas a tais ações. A compreensão da problemática que envolve as ações afirmativas esbarra em questões como os processos identitários e as estratégias políticas dos sujeitos envolvidos, a relação entre movimentos sociais e Governo, os antagonismos internos ao movimento negro e a articulação, presente nas lutas políticas dos sujeitos e grupos aqui enfocados, entre perspectivas de gênero, raça e classe. (AU) | |
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