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O caráter ambivalente da música em Jean-Jacques Rousseau

Texto completo
Autor(es):
Leonardo Canuto de Barros
Número total de Autores: 1
Tipo de documento: Dissertação de Mestrado
Imprenta: São Paulo.
Instituição: Universidade de São Paulo (USP). Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Data de defesa:
Membros da banca:
Luiz Fernando Batista Franklin de Matos; Jacira de Freitas; Maria das Gracas de Souza
Orientador: Luiz Fernando Batista Franklin de Matos
Resumo

Trata-se de investigar o caráter ambivalente da música na teoria de Jean-Jacques Rousseau. O filósofo defende, ao mesmo tempo, os traços naturais da sinfonia, que lhe concedem o acento enérgico responsável por movimentar os sentimentos do ouvinte, e os aspectos artificiais que a constituem, resultantes da moralidade necessária para que a música seja de fato expressiva. Essa conciliação entre os elementos racional (harmonia) e patético (melodia) reforça o combate do filósofo genebrino contra a teoria ramista. (AU)

Processo FAPESP: 11/03885-8 - Sentimento e razão em Rousseau
Beneficiário:Leonardo Canuto de Barros
Linha de fomento: Bolsas no Brasil - Mestrado