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Sentimento e razão em Rousseau

Processo: 11/03885-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2011
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2013
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Filosofia
Pesquisador responsável:Luiz Fernando Batista Franklin de Matos
Beneficiário:Leonardo Canuto de Barros
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Estética (filosofia)   Romantismo   Razão

Resumo

A obra de Jean-Jacques Rousseau adquiriu, no decorrer da história da filosofia, diversos contornos. Vista a um só tempo, por alguns, como insígnia da utopia (Voltaire dentre estes), e, por outros, como teoria de um racionalismo ético sem precedentes (Kant é um exemplo) a herança escrita de Rousseau acabou reunindo entorno de si diversas imagens, as quais muitas vezes oscilavam entre um racionalismo e um sentimentalismo. Nosso trabalho, diferentemente, tentará identificar nos textos uma congruência desses dois aspectos colocados historicamente como antitéticos. Para tanto, estabeleceremos uma síntese entre razão e sentimento, política e estética, propiciada pelo elemento unificador dado pela consciência. (AU)

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
BARROS, Leonardo Canuto de. O caráter ambivalente da música em Jean-Jacques Rousseau. 2015. Dissertação de Mestrado - Universidade de São Paulo (USP). Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas São Paulo.

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