Texto completo
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| Autor(es): |
Paulo Borges de Santana Junior
Número total de Autores: 1
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| Tipo de documento: | Tese de Doutorado |
| Imprenta: | São Paulo. |
| Instituição: | Universidade de São Paulo (USP). Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH/SBD) |
| Data de defesa: | 2022-07-29 |
| Membros da banca: |
Maurício Cardoso Keinert;
João Geraldo Martins da Cunha;
Bruno Nadai;
Ricardo Ribeiro Terra
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| Orientador: | Maurício Cardoso Keinert |
| Resumo | |
A hipótese do alargamento referida ao projeto crítico de Kant intenta problematizar o seu tradicional sentido enquanto delimitação, compreendendo-o para além de uma propedêutica ao conhecimento doutrinal. Trata-se, portanto, de perceber as brechas pelas quais seria possível transpassar esse sentido tradicional e defender que a crítica em especial realiza a ampliação nas bordas subjetivas dos campos e dos interesses da razão. Na parte I, notamos que a crítica moderna, mesmo antes de Kant, amplia-se para diferentes direções, criando no meio intelectual polêmicas sobre os limites dessa pretensa arte. Misturada com as questões técnicas, a disputa favorece também a ideia do público que julga e de uma época da crítica pontos de partida fundamentais para C1. A parte II, mais detida às três Críticas, caracteriza como a resposta, inicialmente dirigida a um problema escolar, amadureceu projetando as raízes do a priori em vista do espraiamento do poder de necessidade, que antes das doutrinas, serve diretamente às faculdades do ânimo nos limites da subjetividade, a saber, ao pensar, ao querer e ao sentir. À luz dessas duas partes, desejamos montar uma acepção de crítica em Kant que, sem negligenciar o poder de seu formalismo, expanda com rigorosidade e também flexibilidade as margens do que podemos chamar de racional (AU) | |
| Processo FAPESP: | 17/07914-9 - A travessia da delimitação ao alargamento: um sentido a mais de crítica em Kant |
| Beneficiário: | Paulo Borges de Santana Júnior |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |