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Uso de mutantes fotomorfogenéticos no estudo da competência para regeneração in vitro em micro-tomateiro (Lycopersicon esculentum cv. Micro-Tom

Texto completo
Autor(es):
Carvalho, Rogério Falleiros
Número total de Autores: 1
Tipo de documento: Dissertação de Mestrado
Imprenta: Piracicaba. [2004]. xii,69 f., gráficos, ilustrações.
Instituição: Universidade de São Paulo (USP). Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz
Data de defesa:
Membros da banca:
Lazaro Eustaquio Pereira Peres; Massanori Takaki; Victor Alexandre Vitorello
Orientador: Peres, Lázaro Eustáquio Pereira
Área do conhecimento: Ciências Biológicas - Botânica
Indexada em: Banco de Dados Bibliográficos da USP-DEDALUS; Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - USP
Localização: Universidade de São Paulo. Biblioteca da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz; t635.642; C37u
Resumo

Paralelamente ao modelo Arabidopsis thaliana, o tomateiro (Lycopersicon esculentum) tem sido crescentemente utilizado em abordagens genéticas de questões fisiológicas. Uma das principais vantagens de Arabidopsis como "planta de laboratório" tem sido seu pequeno porte e ciclo de vida curto. Contudo, a cultivar Micro-Tom (MT) de tomateiro possui tamanho muito reduzido (8 cm) e pode produzir até 5 gerações por ano. Mutantes fotomorfogenéticos em tomateiro deficientes na síntese da cromóforo do fitocromo (au), mutantes deficientes na síntese das apoproteínas PHYA e PHYB1 (fri e tri, respectivamente) e mutantes superexpressando o fitocromo (hp, atv e lp) constituem-se em um modelo para estudos da fotomorfogênese. No que se refere à capacidade de regeneração in vitro como uma resposta fotomorfogenética, poucos trabalhos têm sido realizados. O presente trabalho teve como objetivo transferir as mutações au, fri, tri, hp, lp e atv, bem como o locus de regeneração (Rg1) da cultivar MsK, para a cultivar Micro-Tom. As linhagens obtidas foram utilizadas para verificar o efeito da fotomorfogênese na competência para regeneração in vitro. Para tanto, foram realizados tratamentos com luz branca, vermelho (V) e vermelho-extremo (VE) em explantes radiculares, caulinares e foliares do genótipo micro-MsK em meio MS mais 5uM de BAP e tratamentos com luz branca em explantes radiculares, caulinares e foliares de micro-mutantes fotomorfogenéticos também em meio MS mais 5uM de BAP. Para todos os tratamentos utilizou-se a cultivar MT como controle. Sob V, as raízes de micro-MsK apresentaram-se diferenciadas, enquanto sob VE não ocorreu diferenciação. O maior número de gemas formadas tanto para caule quanto para folhas de micro-MsK ocorreu sob V, enquanto sob VE foi observado um decréscimo na formação de gemas. A partir destes resultados sugere-se que a forma ativa do fitocromo, induzida pelo V, interage com o Rg1 na aquisição de competência para regeneração. Nos tratamentos com luz branca, raízes de micro-MsK e de mutantes micro-hp, micro-atv e micro-lp apresentaram-se diferenciadas, enquanto não houve diferenciação para o mutante micro-au para o controle MT. O número de gemas formadas alcançou maiores valores para folhas de micro-hp e micro-lp e a para caules de micro-atv. Apenas um número muito reduzido de gemas foi formado a partir de folhas de micro-au... (AU)

Processo FAPESP: 01/11074-8 - Uso de mutantes fotomorfogenéticos no estudo da competência para regeneração in vitro em micro tomateiro (Lycopersicon esculentum Micro-Tom)
Beneficiário:Rogério Falleiros Carvalho
Linha de fomento: Bolsas no Brasil - Mestrado