Texto completo
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| Autor(es): |
Mário Cesar Mantovani
Número total de Autores: 1
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| Tipo de documento: | Dissertação de Mestrado |
| Imprenta: | São Paulo. |
| Instituição: | Universidade de São Paulo (USP). Escola Politécnica (EP/BC) |
| Data de defesa: | 1996-09-13 |
| Membros da banca: |
Cyro Takano;
Ferdinando Luiz Cavallante;
Jose Carlos D'Abreu
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| Orientador: | Cyro Takano |
| Resumo | |
Foram estudados os comportamentos a frio e a quente de pelotas auto-redutoras de resíduo de aciaria elétrica, utilizando cimento portland ou escória de alto-forno como aglomerantes. O estudo do comportamento a frio consistiu no acompanhamento da evolução da resistência a compressão a frio até 28 dias de cura, em função da quantidade e tipo de aglomerante (cimento portland ou escória de alto-forno). Padronizaram-se todos os resultados de resistência a compressão para pelotas de 18mm de diâmetro. Pelotas sem aglomerante aos 28 dias de cura atingiram uma resistência a compressão a frio ao redor de 250 newtons/pelota, evidenciando o poder aglomerante do resíduo de aciaria elétrica. No entanto, os melhores resultados de resistência a compressão foram proporcionados por pelotas com 5% de cimento portland após 28 dias de cura (450 newtons/pelota). Um dos estudos do comportamento a quente consistiu na realização de ensaios de crepitação (choque térmico), que consistiram em levar a pelota da temperatura ambiente até a temperatura de ensaio. Para pelotas grandes (\'DA ORDEM DE\' 14 a 16mm de diâmetro) não submetidas a secagem (2,77 a 3,30% de umidade), as únicas pelotas que resistiram ao choque térmico na temperatura de 540\'GRAUS\'c foram aquelas com 3 e 5% de cimento portland. Pelotas dessa mesma composição e diâmetro não suportaram a um choque térmico na temperatura de 1000\'GRAUS\'C. (AU) | |
| Processo FAPESP: | 94/03845-9 - Comportamento de pelotas auto-redutoras de resíduos de aciaria |
| Beneficiário: | Mario Cesar Mantovani |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |