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Situação epidemiológica da brucelose bovina no Estado do Rio Grande do Sul

Texto completo
Autor(es):
Maria Fernanda Vianna Marvulo
Número total de Autores: 1
Tipo de documento: Tese de Doutorado
Imprenta: São Paulo.
Instituição: Universidade de São Paulo (USP). Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ/SBD)
Data de defesa:
Membros da banca:
José Soares Ferreira Neto; Marcos Amaku; Valéria Stacchini Ferreira Homem; Rodrigo Silva Pinto Jorge; Andrea Micke Moreno
Orientador: José Soares Ferreira Neto
Área do conhecimento: Ciências Agrárias - Medicina Veterinária
Indexada em: Banco de Dados Bibliográficos da USP-DEDALUS; Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - USP
Localização: Universidade de São Paulo. Biblioteca da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia
Resumo

Para dar suporte à implementação do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose Bovina no Estado do Rio Grande do Sul, foi realizado um estudo para caracterizar a situação epidemiológica da brucelose. Assim, o Estado foi dividido em sete regiões. Em cada região foram amostradas aleatoriamente cerca de 300 propriedades, e dentro dessas foi escolhido de forma aleatória um número pré-estabelecido de animais, dos quais foi obtida uma amostra de sangue. No total foram amostrados 16.072 animais, provenientes de 1.957 propriedades. Em cada propriedade amostrada foi aplicado um questionário epidemiológico indagando sobre a tipologia da propriedade e sobre práticas zootécnicas e sanitárias que poderiam estar associadas ao risco de infecção pela doença. O protocolo de testes utilizado foi a triagem com o teste do Antígeno Acidificado Tamponado e o re-teste dos positivos com o teste do 2-Mercaptoetanol. O rebanho foi considerado positivo se pelo menos um animal fosse reagente às duas provas sorológicas. Para o Estado, as prevalências de focos e dos animais foram respectivamente de 2,06% [1,50-2,63%] e 1,02% [0,60-1,43%]. Para os circuitos, as prevalências de focos e dos animais foram respectivamente: circuito 1: 3,06% [1,40-5,73%] e 0,95% [0,00-1,97%]; circuito 2: 7,71% [4,95-11,35%] e 1,04% [0,40-1,68%]; circuito 3: 5,66% [3,38-8,79%] e 2,12% [0,41-3,83%]; circuito 4: 0,66% [0,08-2,37%] e 0,66% [0,00-1,81%]; circuito 5: 0,66% [0,08-2,38%] e 0,05% [0,00-0,13%]; circuito 6: 0,00% [0,00-1,30%] e 0,00% [0,00-0,25%]; circuito 7: 5,45% [2,52-10,10%] e 2,88% [0,49-5,27%]. Os fatores associados à condição de foco foram: exploração de corte (OR = 4,27 [1,82-10,01]) e histórico de aborto (OR = 3,27 [1,71-6,25]). (AU)