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Avaliação de mutagenicidade, citotoxicidade e expressão de proteínas relacionadas a apoptose, Bak, BCL-2 e P53 fosforilado, em células tratadas com fuligem e particulado total de queima de cana-de-açúcar

Texto completo
Autor(es):
Peron, Mariana Cristina Caloni
Número total de Autores: 1
Tipo de documento: Tese de Doutorado
Imprenta: Araraquara. 2006. 146 f., gráficos, ilustrações, mapas, tabelas.
Instituição: Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Faculdade de Ciências Farmacêuticas
Data de defesa:
Membros da banca:
Soares, Christiane Pienna; Umbuzeiro, Gisela de Aragão; Hojo, Elza Tiemi Sakamoto; Salvadori, Daisy Maria Fávero; Varanda, Eliana Aparecida
Orientador: Soares, Christiane Pienna
Área do conhecimento: Ciências Biológicas - Genética
Indexada em: Banco de Dados Bibliográficos Athena; C@thedra - Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UNESP
Localização: Universidade Estadual Paulista. Campus de Araraquara. Biblioteca da Faculdade de Ciências Farmacêuticas; TESE 797
Resumo

O etanol obtido da cana-de-açúcar tem sido considerado um combustível alternativo. Entretanto, em países em desenvolvimento, a colheita de cana é realizada manualmente depois da queima, sendo responsável pela emissão sazonal de poluentes atmosféricos. A mutagenicidade dos resíduos de queima de cana (RQCA) e as partículas presentes na ROFA (residual oil fly ash) foram observados nos ensaios de micronúcleo em células sanguíneas de camundongos e de células mãe de grão de pólen de Tradescantia pallida (TRAC-MCN) particulado. O estudo também verificou a citotoxicidade, apoptose e genotoxicidade nas células tratadas com extrato orgânico contendo grande quantidade de HPAs e suspensão na biomassa do período de safra e entressafra. Uma alta freqüência de MN foi observada no TSP do período de safra que na entressafra e a porcentagem de células mortas foi maior em células tratadas com extrato orgânico contendo grande quantidade de HPAs e particulado. Elevada expressão de Bcl-2 e baixa expressão de p53 fosforilado foi verificado em células tratadas com extrato orgânico contendo grande quantidade de HPAs no período de safra e entressafra e em 24 e 48h pós-tratamento. É possível concluir que os HPAs presentes no período de safra e entressafra são genotóxicos e citotóxicos. Políticas públicas deveriam ser discutidas para se buscar alternativas que diminuam a emissão desse poluente. (AU)

Processo FAPESP: 05/57644-0 - Avaliação da genotoxicidade e sinalização para apoptose em células humanas, animais e vegetais submetidas a exposição com biomassa oriunda da queima de cana-de-açúcar
Beneficiário:Mariana Cristina Caloni Peron
Linha de fomento: Bolsas no Brasil - Doutorado Direto