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Toxicidade e efeitos subletais de toxinas Cry de Bacillus thuringiensis Berliner em diferentes populações de Plutella xylostella (L.) (Lepidoptera: Plutellidae) em laboratório

Texto completo
Autor(es):
Caroline Placidi De Bortoli
Número total de Autores: 1
Tipo de documento: Dissertação de Mestrado
Instituição: Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias.
Data de defesa:
Membros da banca:
Manoel Victor Franco Lemos; Moisés João Zotti
Orientador: Ricardo Antonio Polanczyk
Resumo

Plutella xylostella (Linnaeus, 1758) (Lepidoptera: Plutellidae), a traça-das-crucíferas, é um dos principais insetos-praga de crucíferas (Brassicaceae) no Brasil e em todo o mundo. Embora possa ser controlada tanto com inseticidas sintéticos como biológicos, populações de P. xylostella podem ser selecionadas rapidamente para a resistência a vários inseticidas químicos ou biológicos. Além disso, diferentes populações de P. xylostella podem surgir devido ao isolamento geográfico, resultando em isolamento reprodutivo e em populações fisiologicamente distintas, com diferentes sensibilidades a várias táticas de controle. Tal variação requer sistemas de gestão adaptados às populações em particular. Os bioinseticidas mais comuns utilizados para controlar P. xylostella baseiam-se na bactéria entomopatogênica Bacillus thuringiensis (Bacillaceae) (Bt). Apesar de muitos estudos focarem a ação do Bt em diversas pragas agrícolas, como P. xylostella, por exemplo, muitas dúvidas ainda persistem particularmente quanto aos seus efeitos subletais, mecanismo de ação e toxicidade das proteínas Bt. Assim, o objetivo desta pesquisa foi analisar a virulência e os efeitos subletais de proteínas Cry, bem como investigar fatores que afetam a suscetibilidade de insetos ao Bt (níveis de proteína, bactérias do intestino médio e mutações no gene ABCC2) em cinco populações brasileiras e uma da Inglaterra de P. xylostella. Foram realizados bioensaios de suscetibilidade com 5 populações brasileiras (PC, PA, Px, SBT e Bt) e uma da Inglaterra (UK) de P.xylostella e as proteínas Cry1Ac, Cry2Aa e Cry1IE de B. thuringiensis, estimando-se a virulência e avaliando os efeitos subletais das toxinas. Como as toxinas Cry2Aa e Cry1IE não causaram mortalidade nas lagartas de todas as populações, os testes foram realizados apenas com Cry1AC. Também foram conduzidos experimentos enzimáticos e ... (AU)

Processo FAPESP: 12/20781-4 - Investigação dos fatores que potencialmente afetam a suscetibilidade de populações nativas de Plutella xylostella (l.) (Lepidoptera: Plutellidae) a toxinas Cry de Bacillus Thuringiensis
Beneficiário:Caroline Placidi de Bortoli
Linha de fomento: Bolsas no Brasil - Mestrado