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Victor Sacek

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Universidade de São Paulo (USP). Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG)  (Instituição-sede da última proposta de pesquisa)
País de origem: Brasil

Concluiu a graduação em Geofísica na Universidade de São Paulo em 2006, o doutorado direto em Geofísica em 2011 na mesma universidade com estágio sanduíche na Universidade Joseph Fourier (Grenoble, França), Livre-Docência na USP em 2022 e atualmente é Professor Associado do Departamento de Geofísica da USP. Efetuou dois pós-doutorados, na USP e na Universidade de Tübingen, Alemanha, em 2011-2013 e 2020-2021, respectivamente. Desenvolve pesquisas em geodinâmica do manto, reologia da litosfera e interação entre processos superficiais e tectônicos em margens continentais. Lidera o Grupo de Tectonofísica no IAG/USP, contribuindo no desenvolvimento e utilização de códigos numéricos com enfoque em Geodinâmica Computacional. Suas pesquisas são financiadas por diferentes agências (FAPESP, Serrapilheira e CNPq) e pela Petrobras. (Fonte: Currículo Lattes)

Matéria(s) publicada(s) na Revista Pesquisa FAPESP sobre o(a) pesquisador(a):
Simulaciones por computadora apuntan a explicar el origen de las formaciones montañosas de Serra do Mar y de Serra da Mantiqueira en Brasil 
Simulações computacionais tentam explicar origem das serras do Mar e da Mantiqueira 
Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o(a) pesquisador(a)
Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias (0 total):
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Videos relacionados aos auxílios à pesquisa e bolsas

SP Pesquisa - Subsolo brasileiro - 2º Bloco


Publicado em 9 de maio de 2015 - SP Pesquisa - Subsolo brasileiro - 2º Bloco. Para medir a espessura da crosta brasileira, uma equipe de geofísicos realizou explosões em vários pontos do Estado de São Paulo, por meio de uma técnica que analisa a propagação das ondas de choque no interior da Terra. O SP Pesquisa acompanhou a instalação dos instrumentos de medida e uma das explosões realizadas para a pesquisa. Esse esforço para determinar a espessura da crosta também integra uma pesquisa realizada no IAG-USP para explicar os tremores de terra que existem no Brasil. De acordo com uma das investigações apresentadas no programa, existe uma correlação entre a sismicidade brasileira e o excesso de massa no interior da crosta. Em áreas de crosta mais fina, há maior interface entre a crosta e o manto, que é mais denso. Os pesquisadores constataram que as tensões criadas durante essa interface podem ser suficientes para induzir tremores de terra. O programa explica por que e como isso acontece.

O passado remoto de um grande rio


Publicado em 28 de janeiro de 2015 - Pesquisa FAPESP. Em entrevista concedida à equipe de Pesquisa FAPESP, o geofísico Victor Sacek, do Instituto de Astronomia Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP, apresenta uma nova possível explicação para a formação do rio Amazonas e da bacia Amazônica. Segundo ele, o rio teria tomado seu sentido atual, de oeste para leste, não só em consequência de alterações no interior da Terra que desencadearam um soerguimento da porção oeste da Amazônia, mas também como resultado da movimentação da própria superfície terrestre.

Pesquisadores buscam as razões para a terra tremer no Brasil


Publicado em 19 de julho de 2013 - Pesquisa FAPESP. Um dos terremotos mais fortes registrados no Brasil nos últimos 30 anos – de magnitude 5 na escala Richter – fez a terra tremer em Mara Rosa, cidade com 10 mil moradores no norte de Goiás, em 8 de outubro de 2010. As pessoas sentiram o chão balançar tão intensamente que foi difícil ficar em pé. Este vídeo apresenta o esforço de pesquisadores brasileiros para compreender as razões desses tremores e monitorá-los por meio de diversas estações sismológicas instaladas no país.“O Brasil tem terremotos pequenos e médios em várias partes. Alguns têm mais tremores e há em que praticamente não ocorre nada, nunca”, afirma Marcelo Assumpção, sismólogo do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (IAG/USP). “Por exemplo, na região de Goiás e Tocantins existe uma faixa de mais ou menos de 100 quilômetros de largura onde os tremores são relativamente frequentes.”

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