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Alex Christian Rohrig Hubbe

CV Lattes


Universidade de São Paulo (USP). Instituto de Biociências (IB)  (Instituição-sede da última proposta de pesquisa)
País de origem: Brasil

Possui graduação em Bacharelado em Ciências Biológicas pelo Instituto de Biociências USP (2005), graduação em Licenciatura em Ciências Biológicas pelo Instituto de Biociências USP (2006), mestrado em Biologia (Genética) pela Universidade de São Paulo (2008) e doutorado em Biologia (Genética) pelo Instituto de Biociências USP (2013). Atualmente é professor Adjunto A na Universidade Federal da Bahia. Tem interesse na extinção do final do Quaternário e suas consequências para a fauna atual, na crise de biodiversidade atual, extinção, evolução, evolução morfológica, genética quantitativa evolutiva, tafonomia, gênese e evolução de depósitos fossilíferos, métodos quantitativos e paleoecologia. (Fonte: Currículo Lattes)

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SP Pesquisa - Grandes Extinções - 2º Bloco


Publicado em 23 de maio de 2015 - SP Pesquisa - Grandes Extinções - 2º Bloco. A vida existe na Terra há cerca de 4 bilhões de anos. Mas, de tempos em tempos, um grande cataclismo acontece e quase todas as espécies são extintas. Os cientistas conhecem seis grandes episódios desse tipo no passado terrestre, e o mais agressivo deles - ocorrido 250 milhões de anos atrás - pode ter começado na região de Araguainha, em Mato Grosso. A descoberta, que ainda precisa de mais evidências científicas para ser ratificada, foi feita por um grupo internacional de pesquisadores, com marcante participação brasileira (financiada pela FAPESP). A equipe do SP Pesquisa conversou com os pesquisadores envolvidos na pesquisa. Também é tema do programa a mais recente grande perda de espécies acontecida no continente americano: a da megafauna terrestre. Criaturas como tigres dente-de-sabre, mamutes, preguiças-gigantes e tatus-gigantes existiam até bem pouco tempo atrás, mas sumiram de 15 mil anos para cá. O que aconteceu? Especula-se que o homem, recém-chegado ao continente americano, pode ter tido um papel nisso. O SP Pesquisa acompanha a investigação nas tocas de algumas dessas criaturas gigantes.

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