| Processo: | 01/12913-3 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Pesquisa em Políticas Públicas |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2002 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2003 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Saúde Coletiva - Epidemiologia |
| Pesquisador responsável: | Paulo Hilário Nascimento Saldiva |
| Beneficiário: | Paulo Hilário Nascimento Saldiva |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Instituição parceira: | Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Instituto de Psiquiatria Doutor Antonio Carlos Pacheco e Silva (IPq) |
| Assunto(s): | Problemas sociais Violência (criminologia) Homicídio São Paulo (SP) |
| Publicação FAPESP: | https://media.fapesp.br/bv/uploads/pdfs/Pesquisa...publicas_160_129_129.pdf |
Resumo
O projeto visa utilizar dados primários e secundários no sentido de identificar os fatores de risco de duas situações: homicídios na cidade de São Paulo e violência dentro de presídios. Para o estudo de homicidas, serão construídos mapas (com técnicas de sistemas de informação geográficas) de freqüência destas ocorrências, incluindo a moradia da vítima, do criminoso e o local da ocorrência. Estes dados serão comparados as informações fornecidas pelo estudo de zonas de origem e destino (ZOD) realizado pela Companhia do Metro, que caracterizam renda, escolaridade e condições de moradia das diferentes áreas de São Paulo. As ZOD possuem uma capacidade de discriminação espacial de cerca de pelo menos 1/4 de um distrito sanitário. Desta forma, será possível estabelecer áreas e fatores de risco, de forma a auxiliar estratégias de intervenção. O estudo dos presídios visa testar se a clássica hipótese de 'escola do crime' (maior violência quanto maior for o gradiente de periculosidade dos detentos) ainda persiste ou se o crime organizado passou a ser o maior determinante da violência carcerária. Para este fim, serão analisadas fichas criminais e feitas entrevistas nos presídios do estado, visando determinar as seguintes variáveis: série temporal de ocorrências, tipo e freqüência de delitos praticados pelos detentos, densidade de presos e grau de influência das organizações criminosas. A análise estatística em ambos os estudos será feita através de técnicas descritivas, estatísticas para dados qualitativos e modelos logísticos uni e multivariados. (AU)
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